sexta-feira, 23 de março de 2018

Doutrina Política e Social da Igreja - histórico e noções elementares.


Doutrina Política e Social da Igreja - histórico e noções elementares.

1. Quando foi aplicada pela primeira vez a Doutrina Política e Social da Igreja?

Foi aplicada pela primeira vez quando a Igreja começou a batizar indivíduos, suas famílias, bem como príncipes, com suas nações, conquistando-as assim à Fé. Alguns desses líderes também receberam a graça de morrer como mártires da Fé Católica. Entre eles destacam-se:

• Clóvis, Rei dos Francos, batizado em 496 aD, com 3.000 de seus oficiais;

•Santo Etelberto, Rei de Kent, batizado em 597: foi seguido por 10.000 de seus súditos;

• Boris, Khan dos Búlgaros, batizado em 864: estabeleceu o cristianismo em seu reino;

• São Venceslau, Duque da Boêmia, martirizado em 936;

• Mieszko, Duque da Polônia, batizado em 966: empreendeu a conversão de seu país;

• São Wladimir, Grão-Príncipe de Kiev, batizado com todo o seu povo em 988;

•Santo Olavo, viking batizado em Rouen por volta de 1010, e mais tarde Rei da Noruega;

•Santo Estevão, batizado em 985, e coroado Rei "Apostólico" da Hungria no dia de Natal, no ano 1000 dC, como proposto pelo Papa Silvestre II.

A doutrina social e política da Igreja foi bem compreendida pelos príncipes católicos. A União entre a Igreja e o Estado, entre o Sacerdócio e o Império, nunca foi mais forte do que durante a Dinastia Carolíngia, a segunda dinastia reinante franca (751-987 dC), fundada por Pepino o Breve, mas com o nome de seu filho Carlos Magno (O Grande).

Esta União e cooperação entre a Igreja e os Príncipes Cristãos continuou durante a Dinastía Ottoniana Saxônica (936-1024 A.D.), governada sucessivamente por Otto I, Otto II, Otto III e (Santo) Henrique II. O papa Leão III restaurou o Império Romano do Ocidente, quando ele coroou Carlos Magno Imperador Romano no dia de Natal, em 800 dC. Em 962 dC, o Papa João XII restaurou o Império Romano novamente, quando ele coroou Otto I Imperador. O termo real "Sacro Império Romano" data de 1254 A.D.

2. Essa doutrina foi sempre aceita pelos príncipes cristãos?

Não, não era. Alguns imperadores romanos alemães até se-lhe opuseram, no que ficou conhecido como a Luta entre o Sacerdócio e o Império (1075-1254 A.D.). Os seguintes são exemplos notáveis ​​desta luta:
• O Papa São Gregório VII depôs Henrique IV, porque o último queria nomear bispos;

• Frederico I (Barba-Roxa) de Hohenstaufen desejava restaurar o poder absoluto dos imperadores pagãos, mesmo sobre a religião;

• Frederico II de Hohenstaufen, apelidado de Anticristo, por causa de sua conduta irreligiosa, foi primeiro excomungado, depois deposto, pelo Papa Inocêncio IV;

• Henrique II (Plantageneta), Rei da Inglaterra, era muito despótico em relação à Igreja. Em 1170 dC, ao oferecer a Santa Missa, São Thomas Becket, Arcebispo de Canterbury, que estava resistindo a Henrique, foi assassinado em sua própria catedral por alguém que quis agradar ao rei. Henrique Plantageneta acabou fazendo severa e sincera penitência por esse crime.

• No caso de Filipe IV (o Belo), Rei da França (1285-1314 d. C.), ele decidiu rejeitar completamente essa doutrina da Igreja, opondo-se assim ao Papa Bonifácio VIII, que a defendia zelosamente. Filipe então ordenou a prisão do Papa, após a qual Bonifácio logo morreu. Para piorar, apenas alguns meses depois, em parte devido à situação insegura em Roma e em parte devido à vontade do rei francês, o novo Papa, Clemente V, mudou-se para Avignon (França). Sucessivos papas permaneceram neste exílio de Roma, ou cativeiro na "gaiola de ouro" de Avignon, desde a eleição de 1305 do Papa francês, Clemente V, até 1377, quando Santa Catarina de Siena convenceu o Papa Gregório XI a regressar a Roma. Posteriormente, Anti-Papas, apoiados pelos reis franceses, permaneceram em Avignon até 1423. Por um total de 118 anos, o Papado esteve mais ou menos à mercê do rei da França.

3. Qual foi a principal razão para essa mudança na atitude dos príncipes?

A principal razão para a mudança de atitude foi uma nova doutrina, promovida por advogados chamados juristas, especialistas em Direito, que favoreceram a lei romana pagã sobre a lei consuetudinária cristã, de modo a dar mais poder ao príncipe que serviram. De acordo com a lei romana pagã, o imperador era visto como um deus e sua vontade tornou-se lei! Santo Tomás de Aquino explicou, num pequeno livro intitulado De Regno, ou De Regimine Principum, vários tipos de relações políticas entre a França e o seu primo-irmão, São Fernando III, Rei de Castela e Leão, vários tipos de regimes políticos:

• Um regime em que um príncipe está cuidando de seus próprios interesses, ao invés do "bem comum", é um regime ruim;

• Um príncipe que não obedece às leis fundamentais do seu reino, mas procura o poder absoluto, é um grave perigo para o bem comum;

• se a classe dos comerciantes ganhasse poder demais na Cidade, a principal motivação das pessoas não seria mais a virtude, mas o lucro, o que levaria ao capitalismo liberal e um relaxamento da moral. É por isso que São Tomás defende até mesmo a autarquia em oposição ao comércio internacional ("globalização").

Fiel à Doutrina Católica, São Tomás de Aquino era contra o absolutismo. Em um de seus libelos, Filipe, o Belo explicou que o Imperador não tinha o direito de intervir nas questões políticas francesas, nem o Rei da França tinha o direito de intervir nos assuntos políticos do Imperador. Ele continuou dizendo que, da mesma maneira, não interferiria no domínio espiritual se o Papa não intervir na política francesa, ou seja, se o Papa deixasse de lembrar aos reis (sobretudo o monarca francês) dos cristãos Princípios pelos quais devem governar. Embora tivesse sido muito impróprio para Filipe interferir nos assuntos espirituais do Papa, uma vez que ele não tinha autoridade no domínio espiritual, o Papa tinha o pleno direito e dever de lembrar Filipe de suas obrigações cristãs como um monarca católico, especialmente onde interessasse o bem das almas.

4. Essa doutrina da Igreja foi exposta em algum tipo de documento Pontifício?

Sim, pelo Papa Bonifácio VIII, na Bula Unam Sanctam de 18 de novembro de 1302. Quando as heresias se desenvolveram, ou quando novas teorias, em desacordo com o Magistério da Igreja (autoridade docente), foram expostas, sempre foi a prática da Igreja redigir e definir claramente o seu ensino. Unam Sanctam não era nada novo, mas apenas uma lembrança do que os grandes papas e doutores da igreja, como Santo Agostinho, São Bernardo, Hugo de São Victor, e Santo Tomás Aquino tinham repetido muitas vezes.

5. Esta Doutrina tem um nome específico?

Desde a época de São Bernardo e do Papa Bonifácio VIII, a Doutrina Política e Social básica da Igreja tem sido referida como a Doutrina das Duas Espadas, em memória de Nosso Senhor dizendo a seus discípulos que agora era o tempo para o homem que não tinha espada comprar uma. Os Apóstolos disseram que tinham duas, aos quais o Mestre respondeu que era suficiente (Lucas XXII, 35-38).

6. O que diz a Doutrina das Duas Espadas?

A Doutrina das Duas Espadas nos ensina que Cristo, sendo Deus e homem, é o Rei do Universo e, como tal, Sua Realeza, que inclui tanto as almas individuais como toda a sociedade, deveria ser oficialmente reconhecida por todas as nações. Conseqüentemente, Sua Esposa, a Santa Madre Igreja, é a Rainha, enquanto o Soberano Pontífice exerce essa Realeza em nome de Cristo. Ele o faz de duas maneiras:

• Ele exerce um Poder Direto no Campo Espiritual, por meio da Hierarquia Eclesiástica (bispos e sacerdotes);

• Pode aplicar um Poder Indireto no Campo Temporal, que é confiado aos leigos, particularmente aos líderes naturais dos homens, como imperadores, reis, cavaleiros, chefes de Estado, líderes políticos, magistrados, chefes de tribos, chefes de famílias. A Hierarquia doutrinariamente guia esses líderes naturais, mas os admoestará, e até os condenará, se necessário, como fizeram a príncipes errantes em eras passadas. Por esta Autoridade, e porque os líderes católicos uma vez respeitaram este Poder Indireto, os papas do passado foram capazes de depor os dois acima mencionados imperadores romanos alemães. Este poder foi usado pela última vez pelo Papa São Pio V, quando excomungou a Rainha Elizabeth I, aliviando assim os ingleses de toda lealdade a ela.

7. A Autoridade para supervisionar doutrinalmente o Poder Civil está baseada em qual princípio?

Baseia-se no fato e no princípio de que a Santa Madre Igreja detém a Autoridade e o Poder de Ensino e Direção Espirituais do próprio Cristo, e que somos pecadores, muito inclinados ao erro (em latim, ratione peccati). Todo papa, seja Bonifácio VIII ou Leão XIII, baseou o Poder Indireto neste conceito de ratione peccati. Conseqüentemente, a missão do Papa não é nomear príncipes, mas aconselhá-los, puni-los ou até mesmo depô-los se isso for necessário para o bem das almas.

8. Como os indivíduos às vezes não conseguiram aceitar a Doutrina das Duas Espadas?

• Alguns indivíduos não conseguiram aceitar a Doutrina das Duas Espadas, recusando qualquer forma de controle do Poder Espiritual sobre o Poder Temporal, uma prática conhecida como Secularismo.

• Às vezes, os indivíduos acreditam erroneamente que os clérigos também devem governar diretamente no Domínio Temporal, uma prática chamada Teocracia, que é apoiada pelo Islã, mas não pela Igreja Católica.

9. Quando é que a falta de aplicação desta doutrina pode ser observada na vida diária dos católicos?

• Pode-se observar na atitude de alguns católicos, segundo a qual o sacerdote só é visto como dispensador de sacramentos, sem levar em conta sua autoridade e direção espirituais. Na verdade, isso é anti-clericalismo, e leva ao secularismo.

• Por outro lado, também pode ser observado quando o sacerdote é considerado mais instruído em todos os campos do que, ou entendendo tudo melhor do que, os leigos, com base na premissa de que ele tem a mais alta vocação. Esta atitude é conhecida como clericalismo, e leva à teocracia.

quinta-feira, 15 de março de 2018

Mulheres são mais propensas à violência doméstica (terrorismo íntimo).

Violência doméstica contra homens: as mulheres tem maior probabilidade de serem “terroristas íntimas” com comportamento controlador em relacionamentos
A ciência desmascara o mito do “sexo feminino é mais frágil”, descobrindo que elas são mais propensas a ser “terroristas íntimas” ou a bater em seus parceiros masculinos em relacionamentos.
Relacionamentos podem ser uma montanha-russa emocional. Ao longo do passeio, homens e mulheres podem fazer tudo, desde amar e nutrir, até às vezes ser verbal e até mesmo fisicamente abusivo durante as brigas. Embora se acredite que a agressão em relações heterossexuais provém de homens, um estudo recente apresentado em 25 de junho em um simpósio sobre violência de parceiro íntimo (IPV) na conferência anual da Divisão de Ciências Forenses da Sociedade Britânica de Psicologia em Glasgow, descobriram que as mulheres são mais propensas a ser “Terroristas íntimas”, ou fisicamente agressivas para com seus parceiros do que os homens.
Michael P. Johnson, um sociólogo americano cunhou o termo “terrorismo íntimo”, ou espancadores ou agressores, na década de 1990 para definir uma forma extrema de controlar o comportamento de relacionamento envolvendo ameaças, intimidação e violência. Os homens eram quase sempre responsáveis ​​por esses atos hediondos. Esta crença é ainda mais apoiada por estatísticas que destacam quase três em cada 10 mulheres (29 por cento), e um em cada 10 homens (10 por cento) nos EUA experimentou estupro, violência física e / ou perseguição por um parceiro, afetando alguma forma de sua Funcionando, de acordo com os Centros de Controle e Prevenção de Doenças.
Para observar a dinâmica e a prevalência da violência do parceiro íntimo de homens e mulheres em relações heterossexuais, a Dra. Elizabeth Bates da Universidade de Cumbria e colegas da Universidade do Lancashire Central, realizaram uma pesquisa coletando dados de uma grande coorte de estudantes. Mais de 1.000 alunos – 706 mulheres e 398 homens com idade média de 24 – responderam aos questionários. Os alunos foram questionados sobre agressão física e comportamento controlador com parceiros e para com pessoas do mesmo sexo, incluindo amigos.
As descobertas revelaram que tantas mulheres quanto homens também podem ser classificadas como abusivas, juntamente com o controle de comportamento com sérios níveis de ameaças, intimidação e violência física. As mulheres eram mais propensas a serem agressivas verbal e fisicamente aos seus parceiros do que os homens. “Este estudo descobriu que as mulheres demonstraram o desejo de controlar seus parceiros e eram mais propensos a usar a agressão física do que os homens. “Não foi apenas empurrar e puxar”, disse Bates, informou Medical Xpress. Alguns dos entrevistados da pesquisa circularam caixas para coisas como bater, chutar e até mesmo ameaçar usar uma arma.
No entanto, quando se tratava de termos de altos níveis de controle e agressão, não havia diferença entre homens e mulheres. Houve uma maior prevalência de comportamento de controle observado em mulheres do que homens, o que foi descoberto fator chave para prever significativamente a agressão física em ambos os sexos. Em outras palavras, quanto mais controlador era o comportamento que uma mulher exibia, mais provável que ela fosse “uma terrorista íntima” ou fisicamente agressiva para o parceiro.
“Esta foi uma descoberta interessante. Estudos anteriores têm procurado explicar a violência masculina contra as mulheres como elevando-se dos valores patriarcais, que motivam os homens a procurar controlar o comportamento das mulheres, usando a violência, se necessário”, disse Bates. Isso sugere que o IPV pode não ser motivado por valores patriarcais e devem ser estudados com outras formas de agressão. A visão estereotipada popular, embora ainda dominante, está sendo desafiada por pesquisas nos últimos dez a 15 anos, evidenciando a violência doméstica masculina.
Mark Brooks, presidente da ManKind Initiative no Reino Unido, que oferece apoio a vítimas masculinas de violência doméstica, acredita que o estudo de Bates é uma “mudança de jogo”. “Na instituição de caridade, não nos surpreendemos com essas descobertas, por causa do tipo de ligações que a nossa linha de ajuda recebe todos os dias “, disse Brooks ao The Telegraph. “O que nos preocupa ainda é a falta de conscientização e serviços disponíveis para apoiar os homens que sofrem dessa maneira”.
Não é nenhuma surpresa que a mídia e o governo nos EUA e em outras partes do mundo, as pessoas concentrem a maior atenção nas mulheres vítimas de violência doméstica e, conseqüentemente, os homens são as vítimas da violência doméstica que se esqueçam. De acordo com a Coalizão Nacional Contra a Violência Doméstica, homens e meninos são menos propensos a denunciar a violência e procurar serviços devido a vários desafios, como o estigma de ser uma vítima masculina. Dezesseis por cento dos homens adultos que relatam serem estuprados ou agredidos fisicamente são vítimas de um cônjuge atual ou anterior, parceiro convivente, namorado / namorada ou ficante.
Fonte: Bates E et al. As mulheres são mais propensas a serem agressivas do que os homens nos relacionamentos. British Psychological Society’s Division of Forensic Psychology conferência anual em Glasgow.
Fonte: 
http://libernews.com.br/2017/06/07/violencia-domestica-contra-homens-as-mulheres-tem-maior-probabilidade-de-serem-terroristas-intimas-com-comportamento-controlador-em-relacionamentos/

Homens são as maiores vítimas de violência doméstica, não as mulheres (cai mais um mito esquerdista).

MULHERES ou HOMENS são as MAIORES VITIMAS de VIOLÊNCIA DOMÉSTICA? (Usando estatísticas).
– A cada 1 mulher que morre no Brasil, morrem outros 11 homens.
– A cada 5 mortes por violência doméstica, 4 são homens.
A aula de hoje visa destruir o mito de que mulheres são as maiores vitimas de violência doméstica, não estou desmerecendo o sofrimento de milhares de mulheres, que morrem ou são espancadas nas mãos de homens violentos, mas sim para mostrar que estatística é a forma de estuprar os números até que eles falem o que você quer e o feminismo, ong´s e mídias o fazem muito bem, prova disso é que homens são as maiores vitimas de violência doméstica e você não sabia disso, ou sabia????
1- É muito difícil achar estudos específicos sobre a violência contra homens, mas se procurar estatísticas femininas você encontrará toda informação necessária, para o estudo de hoje vamos utilizar o site mapa da violência: http://www.mapadaviolencia.org.br/
2- Segundo o mapa da violência 2012 tivemos 4.297 mulheres assassinadas no Brasil (http://www.mapadaviolencia.org.br/pdf2012/mapa2012_mulher.pdf) (pag 5). Não encontramos dados de homens nesse estudo, porém no outro estudo (http://www.mapadaviolencia.org.br/pdf2012/mapa2012_web.pdf) tivemos o total de 49.932 assassinatos no Brasil em 2010 (pag 18), portanto usando uma conta simples de 49932 – 4297 = 45.635 homens assassinados, ou seja, homens foram cerca de 91,5% das vitimas de violência no país.
3- Agora vamos aos números de violência doméstica, na página 5 do estudo da violência contra mulher encontramos o seguinte dado:
Outra informação registrada na Declaração de Óbito é o local do incidente que originou as lesões que levaram à morte da vítima.
“Entre os homens, só 14,7% dos incidentes aconteceram na
residência ou habitação. Já entre as mulheres, essa proporção eleva-se para 40%.”
Peço que reparem como o pesquisador utiliza o termo “entre os homens só 14,7% dos incidentes”, mas como sou curioso fui fazer as contas…….
ASSASSINATOS DE MULHERES= 4297 X 0,40= 1.718
ASSASSINATOS DE HOMENS= 45.635 X 0,147= 6.708
No total de 8.426 assassinatos por violência doméstica, temos 1718 assassinatos de mulher e 6708 de homens, ou seja, APROXIMADAMENTE 80% DAS VITIMAS DE VIOLÊNCIA DOMÉSTICA SÃO HOMENS, ou usando os números como sensacionalista, a cada 5 mortes por violência doméstica, 4 são de homens.
Não serei hipócrita ou idiota de achar que esses homens morrem por serem homens como as feministas fazem, apenas é um estudo de violência e estou utilizando dados reais para mostrar que o PROBLEMA NO BRASIL É A “VIOLÊNCIA”, NÃO DEVEMOS SEPARAR POR GÊNERO, ISSO TIRA O PESO DO GOVERNO APENAS, POIS ELE É RESPONSÁVEL PELA SEGURANÇA!!!!
4- O estudo “Mapa da Violência 2015: Homicídio de Mulheres”, divulgado nesta segunda-feira (9), mostra que 50,3% das mortes violentas de mulheres no Brasil são cometidas por familiares. Desse total, 33,2% são parceiros ou ex-parceiros. (http://g1.globo.com/politica/noticia/2015/11/503-dos-homicidios-de-mulheres-no-brasil-sao-cometidos-por-familiares.html).
Vamos utilizar os números do mapa 2012, são 4.297 assassinatos x 0,332= 1.426 assassinatos de mulheres pelos parceiros. Utilizam esses números para fazer campanhas de conscientização, como se no Brasil estivéssemos matando apenas mulheres e o país ser um país extremamente machista, são várias e várias manchetes destacando pedaços de pesquisas, mas vamos estudar mais um pouco…..
Novamente não temos os estudos de quantos homens são assassinados pelas suas esposas, mas é um número crescente, basta acompanhar o noticiário, além claro dos casos em que a esposa é mandante do crime, porém ao redor do mundo a média é de 5% dos assassinatos serem cometidos diretamente por mulheres (http://g1.globo.com/mundo/noticia/2016/10/por-que-os-homens-sao-responsaveis-por-95-dos-homicidios-no-mundo.html)
Vamos utilizar aqui apenas número de assassinatos diretos, excluindo os casos onde a mulher seria a mandante do crime e iremos utilizar a media mundial de 5%. Sabendo que no Brasil tivemos 49.932 assassinatos e se 5% deles foram cometidos por mulheres, teremos um total de 49.932 x 0,05= 2.496 assassinatos cometidos por mulheres, se apenas 30% tiverem motivações passionais teremos 2.496 x 0,3= 749, contra os tais 1.426 casos onde o parceiro mata a mulher, portanto homens e mulheres matam, são BANDIDOS!!!!
5- Mulheres agridem mais:
Existem alguns estudos que apontam a agressividade das mulheres, porém são poucos ou quase nunca divulgados, portanto irei separar alguns artigos para vocês:
Revista Época: Elas batem e eles apanham
6- Onde quero chegar com esse estudo???
Mídia, governo, ong´s e movimentos feministas utilizam estatísticas e dados para alardear a violência contra a mulher e omitir que vivemos em um país violento que não escolhe gênero.
Mídia: Por que vende falar que estamos matando mulher, homens e mulheres se sensibilizam e assim consomem o material sensacionalista.
Governo: Enquanto discutimos a morte de 8,5% das vitimas de assassinato no país e colocamos a culpa de 1.426 casos em cima do “machismo”, as pessoas não se atentam ao número de 49.932 em 2010 e muito menos no número de 59.927 em 2014, onde 54.870 homens foram mortos por violência e 4754 mulheres.(http://www.correiobraziliense.com.br/app/noticia/brasil/2016/03/22/internas_polbraeco,523490/brasil-registra-em-2014-o-maior-numero-de-assassinatos-da-historia.shtml)
Ong´s e Movimentos Feministas: São muitos que mamam nas tetas do estado, além de ser um movimento político, financiado inclusive com dinheiro público, diversos ativistas profissionais encontram na militância o seu meio de vida. Não a toa eles vivem repetindo que o Brasil é o 7º país onde mais matam mulheres (http://brasil.estadao.com.br/noticias/geral,estudo-sobre-homicidio-de-mulheres-coloca-brasil-em-7-lugar-no-ranking-mundial,869796), porém não dizem na mesma pesquisa que o Brasil é o PAÍS ONDE MAIS SE ASSASSINAM PESSOAS (http://www.valor.com.br/brasil/4493134/brasil-lidera-em-numero-de-homicidios-no-mundo-diz-atlas-da-violencia).
Volto a repetir, estou aqui pedindo que todos nós sejamos a favor do combate a violência contra o ser humano, sem olhar idade, gênero, cor, status social ou qualquer outra coisa que o politicamente correto utiliza para dividir a sociedade.
Autor: Rafael Zucco
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quarta-feira, 28 de fevereiro de 2018

TEORIA DA CONSPIRAÇÃO: O QUE É, QUEM A CRIOU, PARA QUE SERVE?

Em 1967, a CIA cunhou a expressão “Teóricos da Conspiração”
Nos anos 1960, tudo mudou.
Exatamente em abril de 1967, a CIA redigiu um despacho, no qual cunhou a expressão “teorias da conspiração” (...) e recomendou práticas para desacreditar tais teorias. O despacho/memorando levava um carimbo, “psico”, fórmula abreviada para “operações psicológicas” ou “ação de desinformação”; e outro carimbo, “CS”, sigla da unidade de “Clandestine Services” da CIA.
O despacho da CIA foi redigido em resposta ao requerimento de informações feito a uma corte judicial, nos termos do Freedom of Information Act [“Lei da Liberdade de Informar”], pelo jornal New York Times, em 1976.
A CIA, naquele documento diz que:
2. Essa tendência é motivo de preocupação para o governo dos EUA, inclusive para nossa organização.
***
O objetivo desse despacho é oferecer material que contradiga e desacredite os argumentos dos Teóricos da Conspiração, e também inibir a circulação dessas opiniões em outros países. Aqui se oferece informação de fundo, apresentada em seção sigilosa, e vários anexos não sigilosos.
3. Ação. Não recomendamos que a questão [conspirações] seja iniciada onde já não esteja implantada. Onde a discussão já esteja ativada são indispensáveis algumas medidas:
a. Discutir publicamente o problema com contatos amigáveis na elite (especialmente políticos e editores de imprensa), mostrando que [a investigação oficial do evento em discussão] foi investigação tão exaustiva quanto humanamente possível; que as acusações dos críticos não têm qualquer fundamento; e que mais discussões sobre o tema só favorecem a oposição. Deve-se também destacar as partes das conversas sobre alguma conspiração que mais pareçam deliberadamente geradas por propagandistas.
Conclamar aquelas elites para que usem a influência que têm e desencorajem qualquer especulação sem fundamento e irresponsável.
b. Usar todos os recursos de propaganda acessíveis para refutar os ataques vindos dos críticos.Colunas assinadas por especialistas amigáveis e resenhas de livros são especialmente adequadas para esse objetivo. Os anexos desse documento de orientação contêm material útil para ser passado aos agentes.
Nosso discurso deve destacar, sempre que couber, que os críticos (I) já diziam a mesma coisa antes de haver qualquer indício ou prova; que (II) têm interesses políticos; que (III) têm interesses financeiros; que (IV) dizem qualquer coisa, sem qualquer pesquisa ou investigação que o comprove; ou que (V) só dão atenção a teorias que eles mesmos inventem.
***
4. Em contatos privados com a mídia, não dirigidos diretamente a qualquer jornalista, colunista ou editor ou escritor em particular, ou para atacar publicações que ainda não estejam nas ruas, os seguintes argumentos podem ser úteis:
a. Não surgiu nenhuma nova prova, que a Comissão de investigação não tenha considerado.
***
b. Regra geral, os críticos sobrevalorizam itens específicos e ignoram outros. Tendem a dar mais ênfase às lembranças de testemunhas individuais (sempre menos confiáveis e mais divergentes – e, portanto, mais vulneráveis a críticas) (…)
***
c. Seria impossível ocultar as grandes conspirações seguidamente sugeridas nos EUA, especialmente porque os informantes poderiam ganhar muito dinheiro se denunciassem as conspirações, etc..
***
d. Os críticos sempre são tomados por alguma espécie de vaidade intelectual:falam de uma teoria e apaixonam-se por ela para sempre; e criticam os investigadores porque nem sempre respondem com prova cabal e decisão absoluta numa direção ou noutra.
***
f. Quanto a acusações de que os relatórios da comissão de investigação seria serviço apressado, sem cuidado: só foi distribuído três meses depois do prazo marcado inicialmente. Mas a Comissão muito se esforçou para apressar a divulgação do relatório; o atraso explica-se pela pressão de especulação irresponsável que já surgia antes até do relatório ser conhecido, em alguns casos vinda dos mesmos críticos que, se recusando a admitir os próprios erros, aparecem agora com novas críticas.
g. Acusações vagas como “mais de dez pessoas morreram misteriosamente” sempre podem ser explicadas por via natural(…).
5. Sempre que possível, reagir contra a especulação forçando a referência ao próprio relatório da Comissão. Leitores estrangeiros de mentalidade aberta sempre podem ser impressionados pelo cuidado, atenção, objetividade e velocidade do trabalho da Comissão de Investigação. Especialistas em resenhar livros para a imprensa, devem ser encorajados a acrescentar, ao que digam sobre [seja o que for], a ideia de que, recorrendo sucessivas vezes ao texto do relatório da comissão de investigação, perceberam que o relatório foi trabalho muito mais bem feito que o trabalho dos que o criticam.
Abaixo se vêem fotos de partes do memorando da CIA.
(clique na imagem para aumentar)
(clique na imagem para aumentar)
Resumo das táticas que o despacho/memorando da CIA recomendava, contra os “Teóricos da Conspiração”:
●– Diga sempre que seria impossível que tanta gente mantivesse segredo sobre alguma grande conspiração
●– Consiga que pessoal amigável ataque as ideias de conspiração, e insistam na ideia de repetir sempre o relatório da comissão de investigação
●– Diga sempre que testemunho ocular não é confiável
●– Diga sempre que são notícias velhas [porque] “não surgiu nenhuma nova prova”.
●– Ignore completamente o que se diga sobre conspirações, exceto se a discussão já estiver ativa demais
●– Diga sempre que especular é comportamento irresponsável
●– Acuse os teóricos da conspiração de serem vaidosos de suas próprias ideias e de não serem capazes de superá-las
●– Acuse os teóricos da conspiração de terem motivação política
●– Acuse os teóricos da conspiração de terem interesses financeiros na promoção de teorias de conspirações.
Em outras palavras, a unidade de serviços clandestinos da CIA criou argumentos para atacar o que chamou de  “Teorias de conspirações” e “declará-las” não confiáveis, nos anos 1960s, como parte de suas operações de guerra psicológica.
Mas teorias da conspiração são de fato... total piração?
[...] Evidentemente não. Por exemplo, o esquema Ponzi de Bernie Madoff foi um crime de conspiração, movido por uma teoria daquela específica conspiração.
Esquema Ponzi de Bernard Madoff
Conspirar é crime muito claramente tipificado na lei norte-americana, ensinado no primeiro ano de qualquer faculdade de Direito como item do currículo básico. Dizer a um juiz que alguém está envolvido numa “Teoria de Conspiração” é como dizer em juízo que o sujeito matou, roubou, invadiu propriedade alheia, roubou um carro. É conceito legal claro e conhecido.
Madoff não é o único. Diretores da Enron foram também condenados por crime de conspiração, e também do diretor de Adelphia [há muitos e muitos casos de funcionários do estado também condenados pelo mesmo crime (thisthisthisthis e this)].
Justin Fox, colunista de finanças da Time Magazine escreve:
Algumas conspirações no mercado financeiro são reais (...) Muitos bons repórteres investigativos são teóricos de conspirações, por falar nisso.
E também são criminosos, pela prática do crime de conspiração – desde que os crimes sejam denunciados e provados e os réus sejam condenados – a Agência de Segurança Nacional e as empresas de tecnologias que ajudem na prática do crime (se algum dia forem condenadas).
Mas “nossos líderes NUNCA fariam tal coisa...”
Embora já haja quem admita que empresários e funcionários de baixo escalão possam envolver-se em conspirações – ainda há muita gente que resiste à ideia de que os mais ricos e os muito poderosos também podem ter praticado o crime de conspirar.
Verdade é que até os mais poderosos conspiram; alguns até confessaram. Por exemplo, o administrador do Gabinete de Informações e Assuntos de Regulação do governo Obama, Cass Sunstein, escreveu:
Claro que algumas teorias conspiracionais, conforme nossa definição, comprovaram-se verdadeiras. O quarto do hotel Watergate usado pelo Comitê Nacional do Partido Democrata foi realmente invadido e teve instalados equipamentos para escuta clandestina, por funcionários do Partido Republicano a mando da Casa Branca. Nos anos 1950s, a CIA realmente administrou LSD e outros alucinógenos a participantes do Projeto MKULTRA, para investigar possibilidades de “controle da mente”. A Operação Northwoods, muito discutido plano do Departamento de Defesa para simular atos de terrorismo e culpar a Cuba, foi realmente proposto, como conspiração, por funcionários de alto escalão do governo.
Mas “alguém teria dado co’a língua nos dentes”....
Argumento sempre repetido por quem queira desviar a atenção de uma investigação, “diagnosticando” alguma “conspiração” no ar é que “alguém teria dado com a língua nos dentes”, caso houvesse ali realmente alguma conspiração.
Quem explica é o conhecido demolidor de mentiras e whistleblower Daniel Ellsberg:
Ouve-se muito que “não se consegue guardar segredos em Washington” ou que “numa democracia, não importa o quanto o segredo seja sensível, é provável que, dia seguinte, seja publicado no New York Times”. Não há tolice maior, nem truísmo mais falso. Há, sim, histórias ocultadas, meios para enganar e desviar a atenção de jornalistas e leitores, que são parte do processo para encobrir o que é realmente secreto. Claro que eventualmente muitos segredos acabam por ser revelados, que talvez não fossem jamais revelados numa sociedade absolutamente totalitária. Mas a verdade é que a vastíssima maioria dos segredos jamais chegam ao conhecimento da opinião pública norte-americana. É verdade mesmo quando a informação ocultada é bem conhecida de algum inimigo e quando é claramente essencial para a operação do poder de guerra do Congresso e para algum controle democrático sobre a política externa.
A realidade desconhecida do público e de muitos membros eleitos do Congresso e da imprensa é que segredos da mais alta importância para muitos deles podem, sim, permanecer confortavelmente ocultados por autoridades do Executivo durante décadas, mesmo que sejam bem conhedicos por milhares de insiders.
A história prova que Ellsberg tem razão. Por exemplo:
●– 130 mil pessoas, de EUA, Grã-Bretanha e Canadá trabalharam no Projeto Manhattan. O segredo foi mantido durante anos.
●– Documentário da BBC mostra que:
Houve uma tentativa de golpe nos EUA em 1933, organizado por um grupo de empresários norte-americanos de extrema direita (...) O golpe pretendia derrubar o presidente Franklin D Roosevelt, com o auxílio de meio milhão de veteranos de guerra. Os golpistas, entre os quais estavam algumas das mais famosas famílias norte-americanas (proprietários de Heinz, Birds Eye, Goodtea, Maxwell Hse & George Bush [avô], Prescott) acreditavam que o país devesse adotar políticas de Hitler e Mussolini para superar a grande depressão”.
Mais que isso, os magnatas disseram ao general Butler que o povo norte-americano aceitaria o novo governo, porque aquelas famílias controlavam todos os jornais. Alguém ouvira falar, antes, dessa conspiração? Com certeza foi conspiração vastíssima. E, se os golpistas controlavam a imprensa-empresa naquele momento, muito mais controlam hoje, com as empresas-imprensas já “consolidadas”.
●– sete de oito bancos gigantes quebraram nos anos 1980, durante a “Crise latino-americana”, e a resposta do governo foi ocultar a insolvência. A ocultação-falcatrua durou várias décadas
●– bancos foram envolvidos em comportamento criminoso sistemático e manipularam todos os mercados.
●– há 50 anos governos encobrem derretimento de núcleo radiativo de usinas nucleares, para proteger a indústria nuclear. Governos sempre operaram para encobrir a gravidade de inúmeros outros eventos com comprometimento do meio ambiente. Durante muitos anos os funcionários do Texas intencionalmente informaram índices diminuídos de radiação na água potável, para evitar ter de notificar violações das normas.
●– A vigilância ilegal do governo dos EUA sobre os cidadãos começou sete meses antes do 11/9 (confirmado here e here). E vejam essa discussão gravada há mais de 30 anos. Mas o público só soube sobre isso muitos anos depois. Na verdade, o New York Times adiou a publicação, de modo que não afetasse o resultado da eleição presidencial de 2004.
●– A decisão de iniciar a guerra do Iraque foi tomada antes do 11/9. De fato, o ex-diretor da CIA George Tenet disse que a Casa Branca queria invadir o Iraque desde muito antes do 11/9, e inseriu “lixo” em suas justificativas para invadir o Iraque. O ex-secretário do Tesouro, Paul O’Neill – membro do Conselho de Segurança Nacional – também diz que Bush planejou a guerra do Iraque antes do 11/9. E altos funcionários britânicos dizem que os EUA discutiram mudança de regime no Iraque um mês antes de Bush ser empossado. Dick Cheney ao que parece até converteu os campos de petróleo iraquianos em prioridade nacional dos EUA antes do 11/9
E há muito tempo se sabe que um punhado de pessoas foi responsável por deliberadamente ignorar as muitas evidências de que não havia armas de destruição em massa no Iraque. São fatos que só recentemente foram abertos para conhecimento público. De fato, Tom Brokaw até explicou que “todas as guerras são baseadas em propaganda”.
E esforço organizado para gerar propaganda é uma conspiração – e é crime nos EUA. Tais como:

(...) A admissão sempre ocorre várias décadas depois dos eventos. O que mostra que, sim, é possível manter conspirações em segredo por muito tempo, sem que alguém “dê coa língua nos dentes”.
(...) Além do mais, os que supõem que conspiradores dariam com a língua nos dentes esquecem que pessoal militar ou de inteligência – e quem tenha quantias gigantescas de dinheiro investido numa “operação” secreta – tende a ser muitíssimo disciplinado. Dificilmente se embebedam num balcão de bar e põem-se a contar “vantagem” do que fazem e de quem conhecem...
Por fim, pessoas que se envolvem em operações clandestinas podem fazê-lo por profunda convicção ideológica. Jamais subestime a convicção de um ideólogo!
Conclusão
A conclusão disso tudo é que há conspirações inventadas, mas há conspirações reais. Umas e outras têm de ser avaliadas pelos fatos que lhes dão forma. (...)
Quem opera longe dos contrapesos e controles democráticos – e sem a força desinfetante da luz do sol da supervisão democrática – tende a pensar mais nos próprios interesses; e os mais fracos são os mais prejudicados. (....) Gente de poder podem não ser más pessoas. Mas podem ser sociopatas, bandidos, doidos perversos.
Na dúvida, se alguém tentar dissuadi-lo de investigar, e acusá-lo de ter sucumbido a alguma “ridícula Teoria da Conspiração” – expressão que a CIA inventou para afastar bons cidadãos de boas investigações – não pare, não veja, não ouça (a CIA) e... investigue mais e mais. 

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