terça-feira, 31 de dezembro de 2013

A descrição do Anticristo (qualquer semelhança NÃO será coincidência).

“De Anticristo ele não será chamado”.

De Anticristo ele não será chamado, caso contrário ele não conseguiria seguidores. Ele não se vestirá de vermelho e nem vomitará enxofre, também não terá como cetro um tridente ou balançará uma cauda pontiaguda como Mefistófeles em Fausto .

Esta mascaração só serviu para ajudar o demônio a convencer os homens de que ele não existe. Quanto mais ninguém o reconhece, mais poder ele exerce.

Deus definiu a Si mesmo como “Eu sou Aquele que Sou, enquanto o demônio, como antítese se define como “eu sou aquele que não sou”.

Em nenhum lugar nas Sagradas Escrituras encontramos justificativa para o mito popular do Diabo como um palhaço vestido de “vermelho”. Ao invés disto, ele é descrito como um anjo caído do céu, como “o príncipe deste mundo”, cuja tarefa é nos dizer que não existe outro mundo.

Sua lógica é simples: se não há céu, não há inferno, se o inferno não existe, então não há pecado, se não há pecado, então não há juiz, e se não há nenhum julgamento então o mal é bom e bom é mau. Mas, acima de todas estas descrições, Nosso Senhor nos adverte que ele será tão parecido com o Cristo que seria capaz de enganar até mesmo os escolhidos – e certamente nenhum demônio já descrito em alegorias de livros seria capaz de enganar os escolhidos.

Como então ele se apresentará nessa nova era pra ganhar seguidores para a sua religião? A crença já nos tempos anteriores à Rússia comunista é que ele virá disfarçado como um grande líder humanitário: ele vai falar de paz, prosperidade e abundância não como um meio para levar-nos a Deus, mas como um fim em si mesmo…

… A terceira tentação , aquela em que Satanás pediu a Cristo para adorá-lo em troca de todos os reinos do mundo, se tornará a tentação de ter uma nova religião sem a cruz, uma liturgia sem a menção de um mundo por vir, uma religião para destruir a verdadeira religião, ou uma política que se tornará uma religião – uma religião que renderá a César até mesmo as coisas que são de Deus.

No meio de todo o seu aparente amor pela humanidade e seu discurso simplista de liberdade e igualdade, ele guardará um grande segredo que não revelará a ninguém: ele não acredita em Deus.

Porque sua religião será a fraternidade sem a paternidade de Deus, e é com essa religião ele vai enganar até mesmo os eleitos. Ele vai criar uma contra-Igreja que será pura macaqueação da Igreja, porque ele, o Antiscristo, não faz outra coisa senão macaquear a obra de Deus. Essa igreja terá ritos e características da Igreja, mas em sentido inverso pois estarão esvaziados de seu conteúdo divino. Será um corpo místico do anticristo que em todas suas aparências exteriores lembrarão o Corpo Místico de de Cristo.

… Mas os homens do século XX se juntarão a essa contra-igreja porque ela se proclamará infalível quando seu chefe visível falar da cátedra de Moscou sobre temas tais quais economia e política, como pastor-chefe do comunismo mundial.

Fulton J. Sheen, Communism and the Conscience of the West [Bobbs-Merril Company, Indianapolis, 1948], pp. 24-25 – Tradução: Gercione Lima

Fonte: Fratres In Unum.

ORDEM ROSACRUZ - AMORC - MAÇONARIA - SATANISMO!

Que é a 'Ordem de Rosa-Cruz'?



Para apresentar a Ordem de Rosa-Cruz esboçaremos primeiramente o seu histórico; a seguir, a sua ideologia.



1. As origens da Ordem de Rosa-Cruz



1.1 Ouçamos, antes do mais, o que a “Rosa-Cruz” diz a respeito de si mesma.



Narram os textos oficiais que a Ordem teve origem no Egito, onde o Faraó Tutmosé III (1500-1447 a.C.) reuniu vários de seus súditos, dotados de sabedoria mais profunda, oculta ao vulgo, a fim de fundar com eles a “Grande Loja Branca” ou a “Fraternidade Branca”. Os Irmãos constituíram sua sede principal em torno de um templo na região de El-Amarna (ou Alchetaton, no Alto Egito).



Do Egito espalharam-se para o Oriente e o Ocidente. Sólon de Atenas (618-550 a.C.), dizem, foi um verdadeiro Messias (um iluminado) pertencente à Ordem. Pitágoras entrou na Fraternidade em Tebas (na extremidade do Egito meridional) no ano de 531 a.C.; havendo passado por todas as iniciações e exames, foi agregado ao Conselho Supremo dos Iluminados e partiu para fundar a Fraternidade na Magna Grécia ou Itália Meridional (Cortona).



O próprio rei Salomão (970-931 a.C.), de Israel, haveria pertencido à Ordem; a sua sabedoria, ele a teria adquirido numa viagem a Tebas. Na Palestina, dizem que estabeleceu um núcleo da Fraternidade : a Fraternidade dos Construtores do Templo de Jerusalém, precursores dos maçons atuais.



Os Essênios, facção judaica de índole misteriosa, contemporânea a Cristo, eram também rosacrucianos...

Referem outrossim que Jesus foi essênio. Os seus apóstolos (essênios também eles), difundindo os ensinamentos do Mestre, deram origem à Igreja Cristã, que se foi desenvolvendo como corporação mais ou menos independente da Grande Fraternidade Branca. Esta, embora se interesse por qualquer movimento religioso do mundo, não se identifica com nenhum, mas paira acima de todos, como detentora do patrimônio de sabedoria de todas as religiões.



Para explicar a sua projeção relativamente exígua na história da civilização, os rosacrucianos professam uma lei que, segundo eles, rege as instituições humanas: todas estas se desenvolvem através de ciclos de atividade e inatividade, cada um dos quais compreende 108 anos; na verdade, os períodos de inatividade não são senão fases de oculta e silenciosa operosidade. Acontece, em consequência que, ao renascer de 216 em 216 anos, a instituição é como que nova e destituída de relação aparente com os ciclos anteriores!...



Entre 1610 e 1616 tomou surto em Cassel (Alemanha) uma onda de Rosacrucianismo que, segundo os historiadores, teve por chefe Christian Rosenkreuz; a este personagem é que, fora dos círculos rosacrucianos, se atribui a fundação da Ordem. Os rosacrucianos, porém, afirmam que “Christian Rosenkreuz” não é senão o pseudônimo de um varão ignorado que lançou o brado de renascimento da Ordem naquela época.



O fato é que do séc. XVII em diante a Rosa-Cruz aparece na Alemanha, na Inglaterra, na Áustria, na Prússia, na Hungria, na Polônia, na Rússia, com o caráter bem marcado de escola ocultista, em que tem sido (ou foram) cultivadas a cabala, a alquimia, a medicina, as ciências naturais... Atualmente a Rosa-Cruz apresenta afinidade com a Maçonaria, se não por sua origem, ao menos por suas formas (ritual, graus de iniciação, organização administrativa..,); do seu lado, a Maçonaria de rito escocês intitula um dos seus graus de iniciação Grau Rosa-Cruz.



Depois de ter tido grande voga na Alemanha e na Áustria, a Ordem possui atualmente um de seus maiores centros nos EE.UU. da América do Norte, sendo abreviadamente designada pelas iniciais AMORC (Antiga Mística Ordem de Rosa-Cruz).



Que dizer de tal descrição do histórico da Rosa-Cruz?



Mostra-se inconsistente. A sua pretensa origem antiquíssima e sua tradição contínua são apenas afirmadas, não, porém, comprovadas (aliás, todo o esboço histórico se apoia em noticias de um apregoado arquivo secreto da Rosa-Cruz, conservado no Tibé, e inacessível aos não iniciados). Principalmente a dependência de Jesus e do Cristianismo em relação aos Essênios e ao Rosacrucianismo carece de todo fundamento.



Nos tempos atuais, mais do que .nunca, se manifesta radical a diferença de mentalidades que separa Jesus Cristo e o Cristianismo de um lado, o ocultismo e o essenismo, de outro lado: com efeito, os famosos manuscritos descobertos sucessivamente a partir de 1947 junto ao Mar Morto dão claramente a ver que a mentalidade essênia ainda era mais estreita ou fechada do que a dos fariseus. Ora toda a vida pública de Jesus foi intersemeada de conflitos com estes ardorosos guardas do judaísmo, pois o Senhor comia com os publicados e os pecadores e ultrapassava a letra da Lei, escandalizando o espírito de facção dos fariseus. Por conseguinte, muito menos ainda poderia Cristo ser tido como discípulo e continuador da tradição essênia.



Foi talvez este um dos resultados mais sensacionais de Qumran (grutas do deserto de Judá, junto ao Mar Morto): o de pôr em realce a originalidade de Cristo, fornecendo-nos um termo de comparação proveniente do mesmo ambiente (palestinense, em que viveu Jesus). (J. Daniélou, L’Express, ler. février 1957, pág. 19).



Na verdade, o Rosacrucianismo não é senão uma das expressões da tendência ao ocultismo e à constituição de sociedades secretas, tendência que aparece no gênero humano desde remotas épocas. As primeiras manifestações de tal tendência se verificam no período do matriarcado social (dezenas de milênios antes de Cristo): quando a mulher, em virtude de um regime agrícola vigente, possuía a hegemonia na família, os varões, visando defender seus interesses próprios, se agremiavam em grupos fechados, secretos, que tutelavam decididamente os direitos de seus membros. Ainda hoje, entre os povos primitivos da África (aliás, também nas grandes nações ocidentais), se encontram tais sociedades, que constituem verdadeira rede invisível de auxilio mútuo : a cabala medieval, a franco-maçonaria posterior ao séc. XVI, a gnose antiga e moderna — e também a Ordem de Rosa-Cruz — não são senão cristalizações mais ou menos densas de tal tendência. Essas escolas dependem cada uma de um chefe principal, que viveu em determinada época (a Rosa-Cruz como tal parece oriunda, sim, no séc. XVII, embora seus primórdios sejam controvertidos). Contudo, já que o respectivo fundador se valia de ideias antigas, refundidas segundo modalidades próprias, as sociedades secretas costumam dizer que têm origem remotíssima e atravessaram ininterruptamente os séculos (para isto, porém, é-lhes necessário recorrer a artifícios semelhantes à lei dos ciclos de 108 anos, explorada pela Rosa-Cruz). Note-se ainda que o ocultismo, por muito inveterado que seja na história, não é a forma originária de filosofia ou de religião, mas é uma aberração do genuíno senso religioso ou do senso místico espontâneo a todo homem; o ocultismo, com suas doutrinas e suas práticas, deriva-se da ambição de alguns homens que quiseram fascinar e dominar os seus semelhantes, abusando da filosofia e da religião, ou seja, dizendo possuir um tesouro de pretensos conhecimentos divinos velados ao vulgo.



2. A ideologia rosacruciana



O Rosacrucianismo declara não ser religião; diz que fala, sim, de Deus e da felicidade do homem, mas de maneira compatível com os credos religiosos, de sorte que o adepto de qualquer religião pode estudar as ideias da Rosa-Cruz sem ofender a sua fé, como estuda química, música, jurisprudência... A vantagem singular do Rosacrucianismo seria a seguinte : a Bíblia Sagrada e os credos religiosos apenas exortam de modo geral a servir a Deus, viver honestamente e ajudar o próximo. A Fraternidade Branca, porém, revelaria os métodos práticos para se realizarem tais tarefas, dando conselhos minuciosos (formulados com aparato matemático e científico) para que o homem utilize devidamente as suas aptidões pessoais e as forças da natureza que o cerca (daí o título de escritos capitais do Rosacrucianismo: “O domínio do destino com os ciclos da vida”, “Princípios rosacrucianos para o lar e para os negócios”, o que quer dizer: normas para atrair clientela e aumentar as vendas no comércio, fomentar novos negócios; normas para o empregado de uma empresa, etc.). A Ordem de Rosa-Cruz instituiu um “Consultório de Negócios” nos EE.UU. da América do Norte. O Imperador da Ordem, Sr. Spencer Lewis, foi escolhido por negociantes eminentes de Nova Iorque e outras cidades para ser seu conselheiro: tornou-se sócio comendatário de várias firmas comerciais e industriais, recebendo, em troca de seus oráculos, donativos para a sua Ordem! — Os princípios rosacrucianos não são ensinados a qualquer homem, porque, dizem os Irmãos, a massa não quer melhorar, saindo da rotina da vida cotidiana. É também isto o que explica a escolha rigorosa dos futuros membros da Ordem; antes de ser admitida definitivamente nesta, o candidato compromete-se por toda a vida a guardar o silêncio sobre os seus Estatutos, mesmo que abandone a sociedade. Assim a Rosa-Cruz toma o aspecto de entidade leiga, religiosamente neutra, de moralização e beneficência.



Todavia, caso se leiam os livros doutrinários da Ordem, verifica-se que esta professa uma filosofia que é uma visão integral do mundo; ultrapassa o plano dos métodos práticos de obter sucesso na vida, para dar resposta às questões que qualquer credo religioso considera. Com efeito, a ideologia rosacruciana está estritamente baseada nas teses fundamentais do ocultismo: admite o monismo (uma só substância que se manifesta tanto no homem como na natureza) e a reencarnação (o indivíduo humano estaria sujeito a ciclos semelhantes aos da história universal; reencarnar-se-ia de acordo com as “vibrações cósmicas” !). É sobre estas duas teses que se baseiam os cálculos rosacrucianos para se alcançar sucesso na vida: quem conheça a solidariedade que une o homem, os elementos do mundo e a Divindade (ou a Mente Cósmica, substância neutra) entre si, realiza seus estudos, seus negócios, suas viagens, seus namoros e casamentos, etc., na época oportuna do ano. Este, segundo os rosacrucianos, está dividido em sete períodos de 52 dias; no quarto período, por exemplo, a Mente Cósmica comunica-se mais vivamente à mente do indivíduo, tornando-o então especialmente apto a obras de inteligência e de senso artístico...



Como apreciar tais concepções?



Já dissemos quão vã é a interpretação que a dá de Cristo e do Cristianismo. Sobre as teses do monismo ou panteísmo e da reencarnação, vejam-se respectivamente os fascículos de “Pergunte e Responderemos” 1957 no 7 qu. 1 e no 3 qu. 8. No tocante à exploração das disposições psicológicas e fisiológicas do homem, assim como no desfruta mento das forças da natureza, os princípios rosacrucianos se baseiam não raro em observações válidas (o que lhes dá a aparência de sistema científico); o indivíduo é, sim, influenciado pelo ambiente e, por sua vez, pode influenciar a este. Daí, porém, não se segue que uma única substância universal, à semelhança de uma rede, passe pelo homem e pelos elementos da natureza. Além disto, poder-se-ia perguntar sobre que cálculos se funda a tabela rosacruciana dos ciclos da vida e dos meses faustosos e infaustos do ano; donde se deduzem os seus oráculos, as suas previsões e normas? A Rosa-Cruz responde que, em última análise, se apoia em um depósito de sabedoria arcana e incomunicável, guardado no Tibé... Donde o estudioso conclui que difícil ou impossível é, no caso, pesquisar e raciocinar; faz-se mister ter fé e crer...



Crer em Deus ou crer em uma mística meramente humana? Será que o Pai do Céu quis assim velar aos homens as verdades capitais, o caminho para a suprema felicidade? Parece que não: “Falei abertamente ao mundo; sempre ensinei na sinagoga e no templo, onde todos os judeus se reúnem, e nada disse às ocultas”» (Jo 18,20), afirmou Jesus, e acrescentou : “Nada há de oculto que não deva ser revelado, nada de secreto que não se deva tornar público” (Lc 12,2).



Esta mensagem cristã, sim, é digna de Deus, que quer sejam salvos todos os homens (cf. 1 Tim 2,4)!





Dom Estêvão Bettencourt (OSB)

Macabeus: prefiguração dos últimos fiéis.

Sermão do XXI Domingo Depois de Pentecostes - Pe. René Trincado


Nestes dias, os padres devem ler, no Breviário, os livros dos Macabeus, que relatam certos feitos acontecidos em Israel uns 150 anos antes do nascimento de Nosso Senhor, e que contem grandes lições para nossas vidas, especialmente nestes tempos terríveis de apostasia e de combate pela Fé.

Sucedeu primeiro –diz a Escritura (I Mac 1 – 2)- que “surgiram em Israel uns rebeldes que seduziram a muitos dizendo: ‘Vamos, façamos acordos com os povos que nos rodeiam – como o Vaticano II, acordo entre a Igreja e os inimigos de Deus; como o intento de acordo de Mons. Fellay- porque desde que nos separamos deles, nos sobrevieram muitos males.’ E obtiveram autorização para viver segundo os costumes dos gentios.” Deus castigou esta traição com as calamidades que seguiram: o rei Antíoco, da Síria, “enviou um exército que caiu de repente sobre Jerusalém, matando a muitos. Saqueou a cidade, a incendiou e arrasou suas casas e a muralha que a rodeava e seus soldados levaram cativos a mulheres e crianças. Depois reconstruiram a Cidade de David –este era um lugar contiguo ao templo- com uma muralha grande e forte, com torres poderosas, e fizeram sua fortificação. Estabeleceram ali uma raça perversa de rebeldes, que se atrincheiraram nela.” Os modernistas que se apoderaram de Roma e não podem ser expulsos. “Foi um perigoso laço que se converteu em emboscada contra o santuário, em adversário mau para Israel em todo tempo. Derramaram sangue inocente em torno ao santuário e o profanaram. Desde os postos de poder, os modernistas usurpadores fazem cair na libertinagem e na apostasia aos católicos de todo o mundo. “Caiu o santuário desolado como um deserto, suas festas convertidas em duelo, seus sábados em escárnio, sua honra em desprezo”. A obra destruidora do modernismo da Igreja. “E o rei – o Anticristo- publicou um edito ordenando que em seu reino todos formaram um único povo e abandonara cada um seus costumes próprios. Todos os gentios acataram o edito real e muitos israelitas aceitaram seu culto, sacrificaram aos ídolos e profanaram o sábado. Deviam suprimir no santuário os holocaustos, sacrifícios e libações; profanar sábados e festas; ultrajar o santuário e o santo –é o que vemos todos os dias- levantar altares, lugares santos e templos idolátricos; sacrificar porcos e animais impuros; deixar a seus filhos não circuncidados; tornar abomináveis suas almas com toda classe de impurezas e profanações, de modo que esquecessem a Lei –a Fé- e mudassem todos os seus costumes. Colocou o rei sobre o altar dos holocaustos a Abominação da desolação”. A estátua de um ídolo, como essa estátua de Buda colocada sobre o altar de Assis em 1986. “Ao que descobriam cumprindo os preceitos da Lei, lhe condenavam à morte. Mas muitos em Israel se mantiveram firmes e se resistiam a comer coisa impura. Preferiram morrer antes que contaminar-se com aquela comida e profanar a aliança santa; e morreram. Imensa foi a Cólera que se descarregou sobre Israel”.

“Por aquele tempo, um sacerdote chamado Matatías deixou Jerusalém e foi viver em Modín”. Mons. Lefebvre que se separa da “igreja conciliar”. “Ao ver as impiedades que se cometiam exclamou: ‘Ai de mim! Nasci para ver a destruição de meu povo e a ruína da cidade santa?’ A Igreja. “O templo ficou como homem sem honra – a revolução litúrgica-, os objetos que eram sua glória, levados como recompensa – recordemos que Paulo VI, grande demolidor da Igreja, fez leiloar a Tiara Pontifícia, objeto de incomensurável significado e valor espiritual, logo depois de haver feito a solene deposição da mesma- mortos nas praças com seus filhos, e seus jovens por espada inimiga”. O pecado mortal e os frutos amargos do Concílio. As almas vencidas pelo diabo, autor do Vaticano II. “Todos seus adornos lhe foram arrancados e de livre passei à escrava. Vejam nosso santuário, nossa formosa e nossa glória, convertido em deserto, mirem-no profanado pelos gentios. Para quê viver mais?’.

“Certo dia os comissários do rei, encarregados de impor a apostasia, chegaram à cidade de Modín para obrigar a oferecer sacrifícios e queimar incenso aos ídolos e abandonar a Lei de Deus. Muitos dos israelitas uniram-se a eles, mas Matatias e seus filhos permaneceram firmes. Em resposta disseram-lhe os que vinham da parte do rei: Possuis nesta cidade notável influência e consideração, teus irmãos e teus filhos te dão autoridade. Vem, pois, como primeiro, executar a ordem do rei, como o fizeram todas as nações, os habitantes de Judá e os que ficaram em Jerusalém. Serás contado, tu e teus filhos, entre os amigos do rei; a ti e aos teus filhos o rei vos honrará, cumulando-vos de prata, de ouro e de presentes. Matatias respondeu-lhes: Ainda mesmo que todas as nações que se acham no reino do rei o escutassem, de modo que todos renegassem a fé de seus pais e aquiescessem às suas ordens, eu, meus filhos e meus irmãos, perseveraremos na Aliança concluída por nossos antepassados. Que Deus nos preserve de abandonar a lei e os mandamentos! Não obedeceremos a essas ordens do rei e não nos desviaremos de nossa religião, nem para a direita, nem para a esquerda. Mal acabara de falar, eis que um judeu se adiantou para sacrificar no altar de Modin, à vista de todos, conforme as ordens do rei. Viu-o Matatias e, no ardor de seu zelo, sentiu estremecerem-se suas entranhas. Num ímpeto de justa cólera arrojou-se e matou o homem no altar. Matou ao mesmo tempo o oficial incumbido da ordem de sacrificar e demoliu o altar. Com semelhante gesto mostrou ele seu amor pela lei, como agiu Finéias a respeito de Zamri, filho de Salum. Em altos brados Matatias elevou a voz então na cidade: Quem for fiel à lei e permanecer firme na Aliança, saia e siga-me. Assim, com seus filhos, fugiu em direção às montanhas, abandonando todos os seus bens na cidade. Formaram, pois, um exército e na sua ira e indignação massacraram certo número de prevaricadores e de traidores da lei; os outros procuraram refúgio junto aos estrangeiros. Ora, chegou para Matatias o dia de sua morte e ele disse a seus filhos: O que domina até este momento é o orgulho, o ódio, a desordem e a cólera. Sede, pois, agora, meus filhos, os defensores da lei e dai vossa vida pela Aliança de vossos pais. Não receeis as ameaças do pecador, porque sua glória chega à lama e aos vermes: hoje ele se eleva e amanhã desaparece, porque tornará ao pó, e seus planos são frustrados. Quanto a vós, meus filhos, sede corajosos e destemidos em observar a lei, porque por ela chegareis à glória.”

Estimados fiéis: durantes séculos os sacerdotes leram estes santos exemplos no Breviário e no Martirologio, mas finalmente a Igreja caiu na trama diabólica do Vaticano II e seu acordo de paz com o mundo; e finalmente a FSSPX está caindo hoje na trama diabólica do acordo de paz com os hereges modernistas. Disse o grande santo Matatías: “não temais às ameaças do homem pecador”, mas Mons. Tissier revelou recentemente que Mons. Fellay apresentou à Roma modernista sua traidora “Declaração doutrinal” de Abril do ano passado “para evitar à Fraternidade a excomunhão com que à ameaçava o Cardeal” Levada (Carta de Mons. Tissier de 29-3-2013). Que tem a ver esta atitude covarde com a fortaleza heróica dos mártires e dos santos? Pois absolutamente nada. Nunca é lícito fazer mal para conseguir um bem. Não se pode cometer um pecado, por mínimo que seja, para evitar ser excomungados, nem para salvar a própria vida, nem para salvar uma alma, nem sequer para salvar todas as almas. Mas a FSSPX mudou e atualmente são outras as prioridades, como o prova este outro escândalo incrível: a congregação abriu um colégio na Australia em cuja página de internet se diz o seguinte: “O programa e o ensino do Colégio Santo Tomás de Aquino, apoia e promove os princípios e práticas da democracia Australiana, incluindo um compromisso com: O governo eleito. O estado de direito. A igualdade de direitos de todos ante a lei. A liberdade religiosa. A liberdade de expressão e de associação. Os valores de abertura e tolerância.” A congregação fundada por Mons. Lefebvre “apoiando e promovendo” as “liberdades modernas”, maçônicas! Satânicas! Condenadas pelo Magistério da Igreja! Deus nos livre!

segunda-feira, 30 de dezembro de 2013

LENDA NEGRA REFUTADA: MITOS SOBRE A IDADE MÉDIA REFUTADOS.

Os falsos mitos sobre a Idade Média refutados um a um

Primeiro mito:
Primeiro mito errado: Uma sociedade concebida segundo os princípios católicos é utopia.


REFUTAÇÃO:

A Civilização Cristã existiu. Atestam-no os Documentos Pontifícios, os documentos medievais e estudos credenciados de autores contemporâneos, além dos legados culturais indestrutíveis, dos quais até hoje recebemos a salutar influência.



DOCUMENTAÇÃO
Da Idade Média, a despeito desta ou daquela falha, Leão XIII escreveu com eloqüência: “Tempo houve em que a filosofia do Evangelho governava os Estados. Nessa época, a influência da sabedoria cristã e a sua virtude divina penetravam as leis, as instituições, os costumes dos povos, todas as categorias e todas as relações da sociedade civil. Então a Religião instituída por Jesus Cristo, solidamente estabelecida no grau de dignidade que lhe é devido, em toda parte era florescente, graças ao favor dos Príncipes e à proteção legítima dos Magistrados. Então o Sacerdócio e o Império estavam ligados entre si por uma feliz concórdia e pela permuta amistosa de bons ofícios. Organizada assim, a sociedade civil deu frutos superiores a toda expectativa, cuja memória subsiste e subsistirá, consignada como está em inúmeros documentos que artifício algum dos adversários poderá corromper ou obscurecer” (Encíclica Immortale Dei, de 1/XI/1885).

Assim, a Civilização Cristã não é uma utopia. É algo de realizável, e que em determinada época se realizou efetivamente. Algo que durou, de certo modo, mesmo depois da Idade Média, a tal ponto que o Papa São Pio X pôde escrever: “A civilização não mais está para ser inventada, nem a cidade nova para ser construída nas nuvens. Ela existiu, ela existe: é a Civilização Cristã, a cidade católica. Trata-se apenas de instaurá-la e restaurá-la sem cessar, sobre seus fundamentos naturais e divinos, contra os ataques sempre renascentes da utopia malsã, da revolta e da impiedade” (Carta Apostólica Notre Charge Apostolique).

A refutação dos mitos que vêm em seguida dará a documentação medieval e a dos autores contemporâneos, que atestam claramente que a Idade Média foi a Era Cristã de que falam os Pontífices.



Segundo mito:
Na Idade Média o regime era de opressão. Veja a refutação.
Segundo mito falso: Na Idade Média o regime era de opressão.

Diz ainda este mito falso: O senhor extorquia o vassalo, que por sua vez extorquia os que lhe eram inferiores. A base dessa opressão era o vínculo feudal. Os inferiores só obedeciam por medo. Portanto, era uma ordem de coisas odiável, uma cascata de opressão e de desprezo.


REFUTAÇÃO:
A Idade Média foi uma época de harmonia social, porque os homens estabeleceram suas relações no vínculo proteção-serviço. Era uma gradação de mútuo respeito e estima. Portanto, uma ordem de coisas justa e desejável.


DOCUMENTAÇÃO
1–Documentos medievais mostrando a harmonia entre o senhor e o vassalo
POEMA DE “EL CID” (de aproximadamente 1300, com o texto estabelecido por Ramón Menendez Pidal, Edição 1969):

El Cid pensa em dormir em certo lugar, e fala aos vassalos: “Dijoles a todo como ha pensado trasnochar; y todos, buenos vasallos, lo aceptan de voluntad; Pues lo que manda el señor, dispuestos a hacer están”.
“Mio Cid Rodrigo Diaz a Alcácer tiene vendido; Y asi pagó a sus vasallos que en la lucha le han seguido. Lo mismo a los caballeros que a los peones, hizo ricos; Ya no queda ni uno pobre de cuantos le hacen servicio. Aquel que a buen señor sierve, siempre vive em paraíso”.

El Cid expõe a seus cavaleiros o plano de batalha para defender Valencia: “Oídme, mis caballeros: ... Cerca del amanecer, armados estad; El obispo don Jerónimo la absolución nos dará; Y despues de oir su Misa, dispuestos a cabalgar, a atacarlos nos iremos, de otro modo no será; En el nombre de Santiago y del Señor celestial. Más vale que los venzamos que ellos nos cojan el pan; Entonces dijeron todos: ‘Con amor y voluntad’”.

CHANSON DE ROLAND (o mais famoso poema épico medieval, surgido entre 1090 e 1180):

Na batalha de Roncevaux, Roland incentiva seus guerreiros à luta: “Pelo seu senhor cada um deve sofrer grandes males, suportar os grandes frios e os grandes calores, e deve perder o sangue e a carne. Golpeia cada um com sua lança e eu com Durendal, minha boa espada que o Rei me deu. Se eu aqui morrer, que o futuro possa dizer que ela foi de um nobre vassalo”.

O Arcebispo Turpin, par de Carlos Magno: “Do outro lado está o Arcebispo Turpin. Ele esporeia seu cavalo e sobe uma elevação. Chama os franceses e lhes faz um sermão: ‘Senhores Barões, Carlos nos colocou aqui. Devemos morrer bem por nosso Rei’”.
Quando um sarraceno ofende Carlos Magno, dizendo que não é um bom senhor, Roland lhe retruca, antes de dar-lhe a morte: “Vil pagão, mentiste! Carlos, meu senhor, nos protege sempre”.
Pranto de Carlos Magno ao encontrar Roland, seu predileto, morto no campo de batalha: “Amigo Roland, Deus te levou ... Nunca se viu sobre a Terra um cavaleiro tão lutador. Minha honra está profundamente abatida. Amigo Roland, Deus ponha tua alma nas flores do paraíso, entre os gloriosos! Jamais terei mais o sustento de minha honra: não creio mais ter sobre a Terra um só amigo; se tenho parentes, nenhum é tão bravo ... Quem guiará meus exércitos tão vigorosamente, quando está morto aquele que sempre foi o seu chefe? Ó França, como fiscastes deserta! Meu luto é tão carregado, que eu queria não existir mais. Roland, quem te matou devastou a França ... Tenho um luto tão grande pelos cavaleiros que por mim morreram, que desejaria não viver mais”.

Carlos Magno conclama os francos à vingança do direito ultrajado: “Barões, eu vos amo e tenho fé em vós. Por mim fizestes tantas batalhas, tantas conquistas de reinos e destronamentos de reis. Sei que vos devo agradecer de minha pessoa, em terras, em riquezas. Vingai vossos filhos, vossos irmãos e vossos herdeiros, que naquela noite pereceram em Roncevaux. Vós bem sabeis que contra os pagãos o direito é por mim”.

2–Autores modernos

“A imagem medieval de pobreza, a realeza e a vontade divina estão ilustradas em uma ‘Vida de Eduardo o Confessor’, do século XIII. Esta história narra que ‘Gilla Michael’, um paralítico inglês, foi a Roma em busca de remédio, mas (o sucessor de) São Pedro lhe disse que ficaria curado se o rei Eduardo da Inglaterra o levasse em suas costas desde a Westminster Hall até a Abadia de Westminster. O virtuoso monarca consentiu. Pelo caminho o paralítico sentiu que ‘se lhe afrouxavam os nervos e se lhe estiravam as pernas’. O sangue de suas chagas corria pelas vestiduras reais, mas o rei o levou até o altar da abadia. Ali ficou curado, começou a andar e pendurou suas muletas, como lembrança do milagre” (Chr. Brooke, professor de História Medieval na Universidade de Liverpool, in “La Baja Edad Media”, Ed. Labor, Barcelona, 1968, p. 32).

“E como as noções de fraqueza e de poder são sempre relativas, vê-se, em muitos casos, o mesmo homem fazer-se simultaneamente dependente de um mais forte e protetor dos mais humildes. Assim se começa a construir um vasto sistema de relações pessoais, cujos fios entrecruzados corriam de um andar a outro do edifício social” (Marc Bloch, professor na Universidade de Sorbonne, in “La Société Féodale”, Ed. Albin Michel, Paris, 1970, p. 213).

“O prestígio real é muito vivo. No fundo dos bosques mais distantes, o último dos camponeses sabe que existe o rei ... ungido com óleos santos, consagrado ... e que está encarregado de manter em todo o território do reino a paz e a justiça” (Georges Duby, grande historiador moderno, in “Histoire de la Civilisation Française”–trad. castellana–Fundo de Cultura Económica, México, 1958, p. 20).

“Um homem, prescrito, entre 925 e 935, na Inglaterra, não tinha senhor? Se se constata essa situação negra, sujeita a sanções legais, sua família deverá designar-lhe um senhor. Ela não quer ou não pode? Então ele será considerado fora da lei, e quem o encontrar poderá matá-lo, como a um bandido” (Marc Bloch, op. cit., p. 259).


Terceiro mito:
A Igreja é o ópio do povo. Ela manteve o regime feudal para fruir de vantagens mesquinhas. Veja a refutação.
Terceiro mito falso: A Igreja é o ópio do povo. Ela manteve o regime feudal para fruir de vantagens mesquinhas.


REFUTAÇÃO:

A Igreja converteu os bárbaros e, pela ação da graça, foi infundindo neles os princípios sobrenaturais que mandam cada qual ocupar o lugar que lhe é devido na hierarquia social. Juntamente com isso, pregou aos fortes a caridade, e aos humildes submissão.

DOCUMENTAÇÃO
1–A vassalagem medieval tinha o beneplácito da Igreja, sendo considerada altamente virtuosa

“Tomando o lugar da antiga atitude de mãos estendidas dos orantes, o gesto de mãos postas, imitado da commendise (cerimônia em que o vassalo prestava juramento de fidelidade ou ‘homenagem’ a seu suzerano), torna-se por excelência o gesto da prece, em toda a catolicidade” (Marc Bloch, op. cit. p. 328).
“A linguagem usual acabará por denominar correntemente ‘vassalagem’ a mais bela das virtudes que uma sociedade perpetuamente em armas pôde reconhecer, isto é, a bravura” (Marc Bloch, op. cit. p. 231).

2–A Igreja eliminou gradualmente os restos de barbárie, que davam aos medievais um caráter altamente belicoso

“Os dirigentes da Igreja quiseram fazer reinar na Terra a Paz de Deus. O movimento, iniciado no começo do século XI, tinha como meta circunscrever a violência”.

“Para eliminar as guerras fratricidas entre os cristãos, foram colocados sob proteção as igrejas e os terrenos que as cercavam; depois, alguns dias da semana consagrados à prece ou à penitência, as datas litúrgicas, a Quaresma; os clérigos e todos que eram inofensivos e vulneráveis; os comerciantes e a multidão de camponeses”.

“Pela incitação dos bispos, os cavaleiros juravam sobre as relíquias a respeitar a codificação da guerra privada feita pela Igreja, e a negar sua amizade e perseguir a quem a desrespeitasse” (Georges Duby, op. cit., p. 57).

3–O nobre, para ser reconhecido, deveria ser capaz de grandes virtudes


“O Príncipe concede e doa anéis a seus súditos; o nobre deve ser clemente, quer dizer, amigo das dádivas” (Friedrich Herr, professor em Viena, in “Historia de la Civilización Occidental”, Ed. Labor, Barcelona, 1966, p. 112).

“Naquela época, dar presentes era um gesto essencial; nobre é aquele que dá a seus amigos” (Georges Duby, op. cit., p. 16)


Quarto mito:
Na Idade Média havia regime de escravidão. Veja a refutação.
Quarto mito falso: Na Idade Média havia regime de escravidão


REFUTAÇÃO:
Antes da Idade Média, todos os povos admitiam a escravidão mais completa. A Idade Média, sob o signo do Cristianismo, foi atenuando cada vez mais a idéia de escravidão do Direito Romano, e ao final do período praticamente não havia mais nenhuma forma de escravidão.

DOCUMENTAÇÃO
1–Significado do termo “servo”

”’Servo’, na Idade Média, não tem o significado que a linguagem corrente dá à palavra em nossos dias. ‘Servir’ ou, como também se dizia, ‘ajudar’, ‘proteger’; é nestes termos muito simples que os mais antigos textos resumiam as obrigações recíprocas do vassalo e seu chefe. O liame jamais foi tão forte quanto no tempo em que os efeitos eram expressos de maneira mais vaga, e, em conseqüência, a mais compreensiva” (Marc Bloch, op. cit., p. 309).

“O termo ‘servo’ seguiu sendo corrente, mas designava outra coisa: servo era o ‘homem’ de alguém, isto é, o vassalo” (Georges Duby, op. cit., p. 43).

“Os escravos, os servos, como lhes chamam os dialetos vulgares, são só uma minoria entre os camponeses, por volta do ano 1000” (Georges Duby, op. cit., p. 16).
“Com freqüência um camponês livre se colocava voluntariamente em mãos de um senhor ... com o único fim de obter dele uma proteção jurídica e econômica, e gozar deste modo de uma segurança maior. Este processo continuou nos séculos seguintes” (Gerd Betz, professor em Brunswick, in “Historia de la Civilización Occidental”, Ed. Labor, Barcelona, 1966, p. 147).

“A onipotência aparente do senhor feudal tinha um limite: o costume, isto é, o conjunto dos usos antigos guardados na memória coletiva. Era um direito fluido, porque não era fixado por um texto escrito; era conhecido interrogando-se os mais velhos do povo, mas apesar disso se impunha a todos como uma legislação intocável” (Georges Duby, “Histoire de la Civilization Française”, p. 41). Mais sobre o Direito.

2–A Igreja eliminou na Cristandade medieval a escravidão pagã

Iniciemos com uma interessante distinção de Paul Allard. Existiam dois tipos de escravidão: a das pessoas e a do trabalho. Segundo esse autor, a abolição da escravidão das pessoas já era uma obra “quase inteiramente terminada, ou pelo menos inteiramente preparada, antes da segunda metade do século VI”, ou seja, no início da Idade Média.

“Da escravidão não restou senão uma coisa: a obrigação de trabalhar para outros. Mas pouco a pouco também esta obrigação se transformou em uma regra fixa: o servo tornou-se senhor de seu trabalho, com a condição de ceder uma parte do ganho em benefício de seu senhor. Esta transformação não se consumou de modo uniforme: em alguns lugares veio rapidamente, e parece já estar estabelecida desde o século V; em outros, não se pode assinalar com certeza antes do século XI ou XII ... Pode-se ainda constatar (na Itália e na Espanha) a presença de alguns escravos depois do século XIV; mas são fatos excepcionais, isolados, que não contradizem os resultados gerais por nós expostos” (Paul Allard, “Gli Schiavi Cristiani”, Libreria Editrice Fiorentina, 1916).

Por seu livro, Paul Allard recebeu de Mons. Nocelle a seguinte carta, escrita a mando de Pio IX: “Entre os numerosos benefícios que as sociedades humanas receberam da Religião Católica, é justo citar as transformações que trouxe à desventurada condição dos escravos, que por sua influência foi primeiramente mitigada, e depois pouco a pouco destruída e abolida. E é por isso que S.S. Pio IX viu com prazer que V. Sa., em seu livro sobre os “Escravos Cristãos”, pôs às claras esse grande fato, e tributou à Igreja os louvores que lhe são devidos nesse ponto”.

“Depois do ano mil, a França medieval — salvo em suas fronteiras meridionais, em contato com o Islã, onde subsistia por toda a Idade Média um comércio de escravos alimentado pela pirataria — já não conheceu a servidão à maneira antiga, que rebaixava os homens à condição de animais” (Georges Duby, op. cit., p. 42).

“É indiscutível que a difusão das concepções cristãs ... fez com que se reconhecessem os direitos familiares dos servos” (Georges Duby, op. cit., p. 16).

“O cuidado pela salvação, particularmente agudo nas proximidades da morte, inclinava (os senhores) a ouvir a voz da Igreja, que, se não se levantava contra a servidão em si, fazia da libertação do escravo cristão uma obra de piedade por excelência” (Marc Bloch, “La Société Féodale”, p. 360).

3–O trabalho manual foi altamente dignificado

“Por outro lado, concede-se ao trabalho manual muito mais valor, devido à orientação religiosa determinada pelo Cristianismo. Desde São Bento de Nursia o trabalho manual é um elemento essencial das regras monásticas” (Friedrich Heer, in “Historia de la Cultura Occidental”, p. 114). Mais.


Quinto mito:
A Idade Média foi a “noite de mil anos”, em que a cultura desapareceu. Veja a refutação.
Quinto mito errado: A Idade Média foi a “noite de mil anos”, em que a cultura desapareceu.

REFUTAÇÃO: A Idade Média foi uma época de grande progresso cultural.
As grandes sumas, e as obras de arte que ainda permanecem insuperadas, o atestam.


1–Progresso geral

“No segundo terço do século XI começou um progresso acelerado. Foi uma fermentação de tudo; floração um tanto desordenada, audácia criadora, tal foi o tom do século XII. De um século XII que a meu juízo começa a 1070 e se encerra por volta de 1180, e do qual seria umbral a igreja abacial de Trindade de Caen, e por fim o coro de Notre Dame de Paris, pedras milenares admiráveis. De um século que formou a versão do autor de Roland, para concluir com a morte de Chrétien de Troyes, com o nascimento de Francisco de Assis. Do século de Abelardo e de São Bernardo de Claraval. Do grande século XII, o mais fecundo da Idade Média” (Georges Duby, op. cit., p. 63).

2–Floração de escolas e Universidades

“Em sua corte de Aix-la-Chapelle, Carlos Magno fundou a “Scholla Palatina”, e ele mesmo participou das aulas como aluno. No ano 787, dispôs que se instalassem escolas em todos os mosteiros e cabidos. Posteriormente tal disposição foi ampliada” (Friedrich Heer, op. cit., p. 117). Sobre as escolas.
“As escolas monásticas medievais são a base e a origem de todas as escolas do Ocidente, principalmente universidades e escolas superiores”. E o autor cita as principais universidades do tempo, sua data de fundação e sua especialidade: Sorbonne, de Paris (1256, teologia), Bolonha (século XI, jurisprudência), Salerno (medicina). (Gerd Betz, “Historia de la Civilización Occidental”, Ed. Labor, Barcelona, 1966, pp. 153, 154). Mais sobre Universidades.

“Com Carlos Magno e seus sucessores, os mosteiros haviam atingido uma posição única de predomínio intelectual, espiritual e artístico. Eram os únicos que proporcionavam mestres, escribas e diplomatas; eram os únicos que alimentavam a erudição, conservando intactos não só os textos da Bíblia e dos primeiros Padres, mas também grande parte da cultura do mundo clássico” (George Zarnecki, professor de História da Arte na Universidade de Londres, “La Apostación de las Ordenes”, in “La Baja Edad Media”, Ed. Labor, Barcelona, 1968, p. 63). Mais sobre as escolas.

3–Na Idade Média surgiram os primeiros hospitais

A Idade Média se caracterizou, entre outras coisas, pelo “... aparecimento dos hospitais, que adquiriram sua função atual com a fundação da Ordem de São João de Jerusalém (hoje Ordem de Malta) em 1099” (Friedrich Heer, “Wachau”, in “Historia de la Cultura Occidental”, ed. Labor, 1966, p. 193). Leia mais sobre os hospitais.

4 – Desenvolvimento da música

“O Papa S. Gregório Magno deu aos cantos eclesiásticos romanos sua forma e ordenação definitivas (cerca do ano 600). No século VIII o anglo-saxão Bonifácio (672-674) e Pepino III (714-768) introduziram o canto coral gregoriano nos conventos; sua continuidade foi assegurada com a “Schola Cantorum” de Metz” (Friedrich Heer, op. cit., p. 123).
“Os instrumentos da época carolíngea são: órgão portátil, flautas, gaitas, ‘chirímias’, trompetes e clarins; a lira, a cítara e a harpa; os címbalos, pratos e tímpanos. A partir de 860 se introduz também um instrumento de corda de pequeno tamanho, a viella” (Friedrich Heer, op. cit., p. 123).

Sexto mito:
Na Idade Média a ciência ficou estagnada, e não houve progresso técnico. Veja a refutação.

Sexto mito errado: Na Idade Média a ciência ficou estagnada, e não houve progresso técnico.


REFUTAÇÃO: A Idade Média conheceu um florescimento científico e técnico muito acentuado.

DOCUMENTAÇÃO

1–Conhecimentos técnicos em geral

• O manual “Schedula diversarum artium” (século XI), do monge Teófilo Presbítero, consigna importantes inventos e conhecimentos técnicos nos ramos de preparação de tintas, pintura, trabalhos de metal, produção de cristal, vitrais, construção de órgãos, trabalhos em marfim, com pedras preciosas e pérolas.

• O “Hortus deliciarum”, da abadessa Herrad de Landsberg (1160), traz numerosas descrições de todo o aparelhamento técnico que possibilitou a construção das magníficas catedrais. Saiba como a Igreja promoveu a ciência logicamente sistematizada e como floresceram ciências como a mecânica, as matemáticas, a física e a astronomia

Alguns dos progressos da época: Moinhos de vento; rodas hidráulicas; fundição de sinos; relógios; relógios com figuras móveis; roca e carretilha para fiação; carvão de pedra e sua utilização em forjas; exploração do carvão na Inglaterra e no Ruhr (Alemanha); serraria automática movida a água corrente (Cfr. Gerd Betz, “Historia de la Civilización Occidental”, p. 150).


2–Descobertas químicas durante a Idade Média

Antes do ano 1000 já se fabricava o álcool destilado do vinho. Nos séculos XII e XIII descobriu-se: amoníaco, ácido nítrico, ácido sulfúrico, alúmen. Estes elementos acarretaram grandes progressos na produção de extratos alcoólicos, tinturas, corantes, no polimento, na produção de cristais em cores (Cfr. Friedrich Heer, “Historia de la Civilización Occidental”, p. 183). Veja descobertas medievais surpreendeentes

“A razão desta evolução da técnica reside na tendência a uma atividade relacionada com a natureza e condicionada pela piedade religiosa, com a conseqüente afirmação do trabalho corporal e o desaparecimento das antigas formas de escravidão” (Friedrich Heer, op. cit., p. 115). Veja sobre a tecnologia e o copyright na Idade Média.

3–Outras inovações importantes

“O trabalho animal, até então mal aproveitado, é levado ao máximo desenvolvimento por meio de uma série de inventos. Por exemplo, o uso de coleiras nas guarnições para os cavalos, que multiplica por quatro a força de tração dos animais” (Friedrich Heer, op. cit., p. 115). Veja mais.

“Desde a época de Carlos Magno, vão ganhando terreno as construções de pedra: a maior revolução técnica na arquitetura, cuja importância se faz sentir durante um milênio” (Friedrich Heer, op. cit., p. 112).

“No tempo de São Francisco, “a atividade mercantil estava promovendo a prosperidade da Europa e desenvolvendo em todos os sentidos a capacidade das cidades” (Christopher Brooke, professor de História Medieval na Universidade de Liverpool, “Estructura de la Sociedad Medieval”, in “La Baja Edad Media”, ed. Labor, Barcelona, 1968, p. 39).

“Nos anos 1000 começa a difundir-se o uso do moinho de grãos movido por água corrente e construído pelos senhores, melhoramento considerável que economiza grande parte do tempo que se empregava em moer o trigo entre pedras” (Georges Duby, “Historia de la Civilización Francesa”, p. 15).

4–Transformação agrícola que mudou a face da Europa

“A expansão agrícola dos séculos XI e XII parece ter sido o único grande rejuvenescimento do conjunto das práticas camponesas que atingiu os campos franceses, desde a época neolítica até a ‘revolução agrícola’ dos tempos modernos” (Georges Duby, op. cit., p. 63).

“O cultivo da vinha na França, Áustria e região do Reno e Mosela deve muitíssimo aos monges. Até o século XIX e quase até nossos dias, muitas propriedades rurais foram exploradas segundo os princípios estabelecidos pelos monges medievais” (Gerd Bertz, in “Historia de la Civilización Occidental”, p. 143).

“Os campos da abadia de Cluny, situados na vanguarda do progresso, em meados do século XII, davam uma colheita seis vezes maior do que os grãos semeados nos melhores terrenos ... Foi uma renovação fundamental, que mudou profundamente todas as maneiras de viver, posto que graças a ela o camponês tirava de uma terra menos extensa, em igual tempo, com menos esforço, mais alimentos” (Georges Duby, op. cit., p. 66).

“Entre o ano 1000 e as proximidades do século XII esse prodigioso esforço, esses inumeráveis golpes de machados e enxadas dados por gerações de pioneiros, esses diques contra inundações, todas as queimas dos matagais, todas essas plantações de novas vinhas, deram aos campos da França uma nova fisionomia — a que conhecemos” (Georges Duby, op. cit., p. 70).

FONTE: BLOG GLÓRIA DA IDADE MÉDIA.

Fenômenos naturais contradizem "milhões de anos" do planeta Terra.

14 fenómenos naturais que contradizem os mitológicos “milhões de anos”
Posted on 03/09/2011 por Mats
Se és Cristão, antes de leres este texto, aconselho-te vivamente que leias o texto seguinte:
Sete motivos para o Cristão rejeitar os mitológicos “milhões de anos”
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Eis aqui 14 fenómenos naturais que estão em conflito com a ideia evolutiva dum universo com milhões e milhões de anos. Os números listados em baixo a negrito (usualmente na ordem dos milhões de anos) são idades máximas possíveis para cada processo e não as idades actuais.
Os números em itálico são os números requeridos pela teoria da evolução para cada item. O propósito é mostrar como o número de anos possível é sempre inferior ao requerido pela teoria da evolução, enquanto que a linha temporal Bíblica se encaixa confortavelmente dentro do número máximo de anos possível.
Portanto, os itens são evidência contra a linha temporal evolutiva e em favor da linha temporal Bíblica. Muitas outras evidências em favor da Terra Jovem poderiam ser listadas, mas por uma questão de brevidade e simplicidade, o número foi restrito.
Alguns dos factos listados só podem ser harmonizados com os “milhões de anos” se usarmos uma série de assumpções improváveis e nunca provadas; outros factos só se ajustam com uma criação recente.
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• 1. As galáxias rodam demasiado depressa
As estrelas da nossa galáxia, a Via Láctea, giram em torno do centro galáctica a velocidades diferentes – as do interior rodando mais rapidamente que as do exterior. As velocidades de rotação observadas são tão rápidas que se a nossa galáxia tivesse mais do que algumas centenas de milhões de anos, ela seria um disco de estrelas sem forma em vez da forma em espiral actual. No entanto, a nossa galáxia supostamente tem mais de 10 mil milhões de anos.
Os evolucionistas, que chamam a isto de o “winding-up dilemma”, já estão cientes dele há mais de 50 anos. Eles construíram muitas teorias ao longo dos tempos, mas cada uma delas acabou por ser rejeitada por não se ajustar às observações.
O mesmo dilema “winding-up” também se aplica a outras galáxias. Durante as últimas décadas a tentativa favorita para resolver este puzzle tem sido uma teoria complexa chamada de “density waves.”. A teoria tem problemas conceptuais, tem que ser arbitrária e muito bem calibrada, e foi posta em causa pela descoberta feita pelo Hubble Space Telescope de estruturas espirais bastante detalhadas no centro da galáxia “Whirlpool”, M51.2
• 2. Há poucos restos de supernovas.
De acordo com as observações astronómicas, as galáxias como a nossa são palco de uma supernova (estrela violentamente explosiva) de 25 em 25 anos. O gás e a poeira resultantes de tais explosões (como a “Crab Nebula”) expandem-se rapidamente para o exterior e deveriam-se manter visíveis por milhões de anos.
No entanto as partes da nossa galáxia onde nós podemos observar tais gases e poeiras acomodam apenas 200 resquícios de supernovas. Este número é consistente com apenas 7,000 anos de supernovas.
• 3. Os cometas desintegram-se rapidamente.
De acordo com a mitologia evolutiva, os cometas deveriam ter a mesma idade do sistema solar – cerca de 5 mil milhões de anos. No entanto, cada vez que um cometa navega perto do Sol, ele perde tanto da sua composição que não poderia sobreviver mais do que 100,000 anos. Muitos comentas possuem idades na ordem dos 10,000 anos.
Os militantes evolucionistas explicam esta discrepância assumindo que
• (a) os cometas originam-se duma nunca-observada “Nuvem Oort”, bem para além da órbita de Plutão
• (b) interacções gravitacionais improváveis onde estrelas com passagens infrequentes chocam com planetas e lançam cometas no sistema solar.
• (c) outras improváveis interacções onde planetas atrasam a velocidade dos cometas com frequência suficiente para justificar as centenas de cometas observadas.
Até hoje, nenhuma destas crenças foi comprovada pelas observações ou através de cálculos realistas.
Ultimamente, tem havido muito discussão em torno do “Kuiper Belt”, um disco onde supostamente os cometas se encontram, um pouco depois da órbita de Plutão. Alguns corpos de gelo do tamanho de asteróides existem nessa localização, mas eles não resolvem o problema dos evolucionistas uma vez que de acordo com a evolução planetária, o Kuiper Belt rapidamente ficaria exausto se não houvesse a Nuvem Oort para a nutrir.
• 4. Não há lama suficiente no fundo do mar.
Os rios e as tempestades de poeira atiram para o mar lama a taxas mais rápidas do que aquelas que a subducção das placas tectónicas consegue remover.
Todos os anos, a água e os ventos corroem cerca de 20 mil milhões de toneladas de lama e pedras dos continentes para os oceanos. Este material acumula-se como sedimentos soltos no fundo dos mares composto por rochas de basáltico.
A profundidade média em todos os oceanos é menos de 400 metros. A forma principal de remoção dos sedimentos e através da subducção por via das placas tectónicas. Isto é, o fundo do mar desliza alguns centímetros por baixo dos continentes, levando alguns sedimentos com ele.
De acordo com a literatura científica secular, actualmente este processo só remove cerca de mil milhões de toneladas por ano. De acordo com o que se sabe, os outros 19 mil milhões anuais continuam a acumular. À esta taxa, a erosão haveria de depositar a presente massa em menos de 12 milhões de anos.
No entanto, de acordo com a mitologia evolutiva, a erosão e a subducção das placas ocorrem desde que os oceanos vieram a existir – alegadamente há 3 mil milhões de anos. Se isto fosse verdade, estas taxas implicariam que os oceanos estivesses totalmente engasgados com quilómetros de sedimentos.
A interpretação que melhor se ajusta aos dados observacionais é a defendida pela Bíblia: se o Dilúvio de Noé realmente ocorreu, então as águas dessa calamidade, percorrendo os continentes, depositou a quantidade actual de sedimentos há cerca de 5,000 anos atrás.
• 5. Não há sódio suficiente nos mares.
Todos os anos, os rios e outras fontes depositam mais de 450 milhões de toneladas de sódio para dentro dos mares. Todos os anos, apenas 27% deste sódio consegue sair dos mares. De acordo com o que actualmente se sabe, o remanescente sódio simplesmente acumula-se nos oceanos.
Se inicialmente o mar não tivesse sódio, ele acumularia a quantidade actual de sódio em menos de 42 milhões de anos (assumindo as velocidades que input e output actuais). Isto é muito menos que os 3 mil milhões de anos necessários para a teoria da evolução.
A resposta tradicional dos evolucionistas para esta discrepância entre a ciência e a sua teoria é alegar que, no passado não empiricamente observável, as taxas de input eram menores e as de output maiores. Mas mesmo que se assumam cálculos extremamente generosos para a teoria da evolução, os mesmos dão idades máximas na ordem dos 62 milhões de anos. Cálculos para outros elementos marinhos dão idades ainda mais recentes.
• 6. O campo magnético da Terra está a decair depressa demais.
A resistência eléctrica do núcleo da Terra gasta a corrente eléctrica que produz a campo magnético do nosso planeta. Isto causa a que o campo perca energia rapidamente.
A energia total retida no campo magnético da Terra está a decrescer com uma meia-vida de 1,465 (± 165) anos. As teorias evolutivas que tentam explicar este rápido decréscimo – bem como a Terra pôde manter o seu campo magnético durante milhares de milhões de anos são muito complexas e inadequadas.
Uma melhor explicação criacionista está disponível; a mesma é directa, baseada em argumentos físicos sólidos e explica muitas das características do campo: a sua criação, as suas rápidas reversões durante o Dilúvio de Noé, o decréscimo e acréscimo da intensidade superficial até ao tempo do Senhor Jesus, e a queda regular desde então.
Esta teoria está de acordo com os dados paleo-magnéticos e históricos disponíveis (especialmente com as evidências de alterações rápidas).
A conclusão principal é a de que a energia total do campo (e não a intensidade superficial) têm sempre decaído pelo menos tão rapidamente como agora. À esta taxa, o campo não pode ter mais do que 20,000 anos.
• 7. Muitos estratos [geológicos] estão curvos de forma demasiado compacta.
Em muitas zonas montanhosas, estratos com centenas de metros de espessura estão curvos e dobrados em formas semelhantes a grampos para o cabelo. A linha temporal geológica convencional “ensina” que os processos que causaram estas estruturas demoraram “milhões de anos” a ocorrer.
Mas isto não faz sentido nenhuma uma vez que as dobraduras das rochas foi feita sem rachas e com raios demasiado pequenos. Estas formas só podem ter ocorrido enquanto as rochas ainda estavam húmidas e moldáveis. Isto implica que o dobramento ocorreu num espaço de tempo inferior a milhares de anos.
• 8. Material biológico decompõem-se demasiado depressa.
A radioactividade natural, as mutações (e o decaimento) rapidamente desintegram o ADN bem como os outros materiais biológicos. Medições das taxas de mutação em torno do ADN mitocondrial forçaram os evolucionistas a rever a idade da “Eva mitocondrial” duns teóricos 200,000 anos para….. 6,000 anos (Gibbons A., Calibrating the mitochondrial clock, Science279:28–29 (2 January 1998) ) .
Peritos insistem que o ADN não consegue sobreviver no meio ambiente mais de 10,000 anos, no entanto ADN intacto foi aparentemente recuperado de fósseis alegadamente mais antigos: ossos de neandertal, insectos em âmbar e mesmos fósseis de dinossauro (Cherfas, J., Ancient DNA: still busy after death, Science 253:1354–1356 (20 September 1991). Cano, R. J., H. N. Poinar, N. J. Pieniazek, A. Acra, and G. O. Poinar, Jr. Amplification and sequencing of DNA from a 120-135-million-year-old weevil, Nature 363:536–8 (10 June 1993). Krings, M., A. Stone, R. W. Schmitz, H. Krainitzki, M. Stoneking, and S. Pääbo, Neandertal DNA sequences and the origin of modern humans, Cell 90:19–30 (Jul 11, 1997). Lindahl, T, Unlocking nature’s ancient secrets, Nature 413:358–359 (27 September 2001). ).
Bactérias alegadamente com “250 milhões de anos” foram reavivadas sem danos no ADN (Vreeland, R. H.,W. D. Rosenzweig, and D. W. Powers, Isolation of a 250 million-year-old halotolerant bacterium from a primary salt crystal, Nature 407:897–900 (19 October 2000)).
Tecido macio e glóbulos sanguíneos deixaram os evolucionistas espantados um pouco por todo o mundo (Schweitzer, M., J. L. Wittmeyer, J. R. Horner, and J. K. Toporski, Soft-Tissue vessels and cellular preservation in Tyrannosaurus rex, Science 207:1952–1955 (25 March 2005)).

• 9. A radioactividade fóssil reduz as “eras” geológicas para apenas alguns anos.
Halos de rádio são anéis coloridos formados em torno de minerais radioactivos microscópios nos cristais rochosos. Os mesmos são evidências fósseis do decaimento radioactivo.
Halos de rádio de polónio-210 indicam que o Jurássico, o Triásico e o Eocénico do planalto do Colorado foram depositados no espaço de meses entre eles, e não centenas de milhões de anos separados como imaginado pelos evolucionistas. Halos de rádio de polónio-218 “órfão”, ausente de qualquer evidência do elemento de onde provém, implicam decaimento nuclear acelerado e formação rápida dos minerais associados (Gentry, R. V., Radiohalos in a radiochronological and cosmological perspective, Science 184:62–66 (5 April 1974).)
• 10. Há demasiado hélio nos minerais.
O urânio e o tório geram átomos de hélio à medida de decaem para chumbo. Um estudo publicado no “Journal of Geophysical Research” mostrou que o tal hélio produzido em cristais de zircão provenientes de rochas graníticas pré-câmbricas não teve tempo suficiente para escapar (Gentry, R. V., G. L. Glish, and E. H. McBay, Differential helium retention in zircons: implications for nuclear waste containment, Geophysical Research Letters9(10):1129–1130 (October 1982).).
Embora as rochas contenham 1,5 mil milhões de produtos provenientes de decaimento nuclear, medições recentes das taxas de hélio perdido originárias do zircão mostram que o hélio está a vazar a apenas 6,000 (± 2000) anos (Humphreys, D. R, et al., Helium diffusion age of 6,000 years supports accelerated nuclear decay, Creation Research Society Quarterlyhttp://www.creationresearch.org/crsq/articles/41/41_1/Helium.htm 41(1):1–16 (June 2004). See archived article on following page of the CRS website: )
Não só isto é evidência para um terra jovem, como também confirma ocorrências de aceleração das taxas de decaimento de meias-vidas longas num espaço de milhares de anos. Isto comprime enormemente as linhas temporais radioisótopicas.
• 11. Demasiado carbono14 nos estratos geológicos profundos.
Com a sua meia-vida de apenas 5,700 anos, quantidade alguma de átomos de carbono-14 deveriam existir em carbono mais velho que 250,000 anos. No entanto, já se provou como impossível encontrar fonte natural alguma de carbono antes do Pleistoceno (Idade do Gelo) que não contenha quantidades significativas de carbono-1 – embora seja suposto serem estratos com milhões ou milhares de milhões de idade.
Laboratórios convencionas de carbono-14 estão cientes desta “anomalia” desde o princípio dos anos 80. Os mesmos têm lutado para a eliminar mas não conseguem justificar a “anomalia”.
Recentemente, após ter sido contratado por criacionistas, um dos melhores laboratórios mundiais de investigação em torno do carbono-14 (com mais de duas décadas de medições minúsculas de C14) confirmou tais observações em amostras de carvão e mesmo em mais de uma dúzia de diamantes. Estes não podem ser contaminados in situ com carbono recente (Baumgardner, J. R., et al., Measurable 14C in fossilized organic materials: confirming the young earth creation-flood model, Proceedings of the Fifth International Conference on Creationism, vol. II, Creation Science Fellowship (2003), Pittsburgh, PA, pp. 127–142. Archived at http://globalflood.org/papers/2003ICCc14.html).
Isto é uma evidência muito forte em favor duma Terra com milhares de anos, e não milhões de anos, como erradamente subscrevem os evolucionistas.
• 12. Não há esqueletos da Idade da Pedra suficientes .
Antropólogos evolucionistas afirmam agora que o Homo sapiens existiu pelo menos durante 185,000 anos antes da agricultura começar (McDougall, I., F. H. Brown, and J. G. Fleagle, Stratigraphic placement and age of modern humans from Kibish, Ethiopia, Nature 433(7027):733–736 (17 February 2005)). Durante esse período a população humana mundial manteve-se constante entre 1 e 10 milhões – tempo esse onde eles enterraram os seus mortos, muitas vezes com artefactos.
De acordo com esta mitologia hipótese, o homem teria enterrado pelo menos 8 mil milhões de corpos (Deevey, E. S., The human population, Scientific American 203:194–204 (September 1960)). Se a linha temporal evolutiva está correcta, os ossos enterrados deveriam durar mais do que 200,000 anos. Portanto, muitos dos supostos 8 mil milhões de mortos deveriam ainda estar entre nós (mais os seus artefactos). No entanto, apenas cerca de poucos milhares foram encontrados.
Isto implica que a Idade da Pedra foi muito mais curta do que aquilo que os evolucionistas pensam – provavelmente apenas algumas centenas de anos em muitas áreas.
• 13. Agricultura é demasiado recente.
Segundo a mitologia evolutiva, o homem existiu como caçador e colector durante 185,000 anos durante a Idade da Pedra. Isto supostamente ocorreu antes da “descoberta” da agricultura há 10,000 anos atrás (Deevey, E. S., The human population, Scientific American 203:194–204 (September 1960)).
No entanto, as evidências arqueológicas mostram que os homem da Idade da Pedra era tão inteligente como o homem actual. Dado isto, é muito pouco provável que nenhum dos 8 mil milhões de seres humanos que alegadamente existiram durante a Idade da Pedra tenha reparado que as plantas crescem a partir de sementes.
Faz mais sentido acreditar que o homem tenha estado por um pouco de tempo sem agricultura logo após o Diluvio de Noé (Dritt, J. O., Man’s earliest beginnings: discrepancies in evolutionary timetables, Proceedings of the Second International Conference on Creationism, vol. II, Creation Science Fellowship (1991), Pittsburgh, PA, pp. 73–78, order from http://www.creationicc.org/).
• 14. A História é demasiado recente.
De acordo com os evolucionistas, o Homo sapiens da Idade da Pedra existiu durante 190,000 antes de começar a escrever registos históricos (cerca de 4,000/5,000 anos atrás).
O homem “pré-histórico” construiu monumentos megalíticos, fez pinturas rupestres bonitas, e deixou registos das fases da lua. Porque é que ele esperaria milhares de séculos até começar a usar as mesmas capacidades para escrever registos históricos?
A linha temporal Bíblica faz mais sentido.

Por Dr. Russell Humphreys, Ph.D., Professor de Física no “Institute of Creation Research”


Sete motivos para o Cristão rejeitar os mitológicos “milhões de anos”
Posted on 18/06/2011 por Mats
Toda a Escritura, divinamente inspirada, é proveitosa para ensinar, para redarguir, para corrigir, para instruir em justiça
2 Timóteo 3:16
________________________________________
Existe uma controvérsia intensa entre os Cristãos em torno da idade da Terra. Durante os primeiros 18 séculos da história Cristã a posição universal era a de que Deus havia criado o mundo em seis dias normais aproximadamente há 6000 anos atrás, e que mais tarde havia destruído o mundo antigo por meio do Dilúvio de Noé.
Mas há cerca de 200 anos atrás alguns cientistas começaram a desenvolverem teorias que necessitavam duma Terra bem mais antiga que os 6000 anos revelados pela Bíblia. Devido a isto, começaram a postular novas teorias sobre a idade da Terra – os mitológicos milhões de anos.

Em jeito de resposta a essa invenção não-científica, alguns líderes Cristãos começaram a desenvolver tentativas de acomodar os imaginados “milhões de anos” com a Bíblia. Estas tentativas incluem a teoria da falha, a noção de que “dia” significa “Era” ou “Idade”, a teoria dum dilúvio localizado, a evolução Teísta, a criação progressiva e muitas outras teorias.
Um crescente número de Cristãos (agora chamados de Criacionistas da Terra Jovem – CTJ), incluindo muitos cientistas, mantiveram a visão tradicional de Génesis, alegando que esta é a única visão que tem o suporte das Escrituras e a aprovação dos dados observacionais.
Muitos Cristãos alegam que a questão da idade da Terra não é importante (para além de ser, segundo eles, “divisória”), e que o mais importante é a proclamação do Evangelho. Mas será esse o caso? Se Deus diz que Ele criou os céus e a Terra em seis dias normais, mas outro alguém alega que a Terra é o resultado dum processo que durou milhões de anos, é isto algo periférico ou é um ataque frontal à Autoridade da Palavra de Deus?
Eis aqui alguns motivos segundo as quais os Cristãos não podem aceitar os milhões de anos sem causar grandes estragos à Igreja e ao seu testemunho perante o mundo.
1. A Bíblia claramente ensina que Deus criou em seis dias normais há alguns milhares de anos atrás. O termo hebraico para “dia” em Génesis é yom. Na esmagadora maioria dos casos onde o termo é usado na Bíblia Hebraica ela significa um dia literal. Onde yomnão significa um dia literal, o contexto torna-o óbvio.Semelhantemente, o contexto em Génesis claramente mostra que os dias da criação foram dias normais.
Primeiro, yom é definido logo na primeira vez que é usado na Bíblia (Gen. 1:4–5) no seu entendimento literal: a porção luminosa do ciclo dia/noite e todo o ciclo luz/noite).
Segundo, yom é usado com as palavras “tarde” e “manhã”. Em todo o lado onde estas duas palavras são usadas na Bíblia, quer seja juntas ou separadas, com ou sem a palavra yomno contexto, elas significam sempre uma manhã e uma tarde literais dum dia normal.
Terceiro, yomé modificado com um número: primeiro dia, segundo dia, terceiro dia, etc.. Em todas as outras partes da Bíblia este tipo de construção significa sempre um dia normal.
2. Quarto, yom é definido literalmente em Gen. 1:14 em relação aos corpos celestiais.
Que estes dias da criação ocorreram há cerca de 6,000 atrás é feito óbvio pelas genealogias de Génesis 5 e Génesis 11 (que nos dá cronologia detalhada).
3. Êxodo 20:11 bloqueia todas as tentativas de se inserirem os milhões de anos em Génesis 1. Este versículo dá-nos a razão para o Mandamento de Deus dirigido aos Israelitas para eles trabalharem seis dias e descansarem no Sábado. Yom é usado em ambas as passagens do Mandamento. Se Deus quisesse que os Judeus trabalhassem durante seis dias devido ao facto de Ele ter criado em seis longos períodos de tempo, Ele poderia ter usado uma das três palavras hebraicas para a classificação de tempo indefinido.No entanto, Deus deliberadamente escolheu usar a única palavra que significava um dia literal e os Israelitas interpretaram o Mandamento de forma literal.
Por estes motivos é que a noção do dia-era ou a hipótese “framework” têm que ser rejeitadas. A teoria da falha ou qualquer outra tentativa de se colocarem os mitológicos milhões de anos antes dos seis dias da criação são falsas uma vez que Deus disse que em seis dias criou Ele os céus, a Terra e os mares e tudo o que neles há.Portanto tudo o que existe foi criado durante esses seis dias (incluindo os anjos) e nada foi criado antes.
4. O Dilúvio de Noé “varre” os milhões de anos.As evidências em Génesis 6–9 para uma catástrofe global são esmagadoras. Por exemplo, o dilúvio tinha como propósito não só destruir os pecadores mas também todos os animais e áves terrestres. Isto só poderia ser levado a cabo por um catástrofe global.O propósito da Arca era o de preservar dois animais de cada tipo de forma de vida terrestre para que os mesmos pudesse repopular o meio ambiente.A Arca seria totalmente desnecessária se o Dilúvio tivesse sido um evento geograficamente localizado
uma vez que as pessoas, os animais e as áves poderiam ter migrado para fora da zona onde o dilúvio iria ocorrer e mais tarde voltar. Ou isso, ou então essa área seria repopulada por animais que viviam fora da zona do dilúvio localizado.A natureza catastrófica do evento é vista pelos 40 dias de chuva contínua que produziria uma maciça erosão, deslizamento de lama e furacões.A palavra hebraica de onde extraímos a expressão “se romperam todas as fontes do grande abismo” (Gen. 7:11) claramente aponta para uma ruptura tectónica na superfície terrestre durante um período de 150 dias, resultando em actividade vulcânica, terremotos e tsunamis.O Dilúvio de Noé produziria exactamente o tipo de registo geológico que hoje temos: milhares de metros de sedimentos claramente depositados pela água e mais tarde endurecidos até se transformarem em rochas contendo milhares de milhões de fósseis.
Se o Dilúvio é responsável pela maioria das camadas rochosas e pela maioria dos fósseis, então estas rochas e os fósseis nunca poderiam representar a história da Terra, como alegam os crentes nos milhões de anos. É também por isso que os evolucionistas atacam ferozmente o Dilúvio de Noé.
5. O Senhor Jesus é Um Criacionista da Terra Jovem. O Senhor Jesus consistentemente tratou as descrições milagrosas de forma directa, verdadeira e como eventos que decorreram no espaço e no tempo (a criação de Adão, Noé e o Dilúvio, Lot e a sua esposa em Sodoma, Moisés e o maná do céu, Jonas na barriga do peixe gigante, etc). Ele continuamente afirmou a Autoridade das Escrituras sobre as ideias e tradições humanas (Mateus 15:1–9).Em Marcos 10:6 o Senhor declara que Adão e Eva estiveram presentes desde o princípio da criação, e não milhões de anos após o princípio, como seria de esperar se o universo realmente tivesse milhões de anos.
Portanto, se o Próprio Filho de Deus, o Autor da Criação (João 1:1-3), declara que o Universo é “jovem”, como é que os Seus fiéis discípulos podem pensar de forma diferente?
6. A crença nos milhões de anos destrói o ensinamento Bíblico em torno da morte e em torno do Carácter de Deus. Seis vezes Génesis 1 diz que Deus chamou a criação de “boa”, chegando ao ponto de qualificá-la de “muito boa” depois do sexto dia da criação. O homem e os animais eram originalmente vegetarianos (Gen. 1:29–30: de acordo com as Escrituras, as plantas não eram “seres viventes” do mesmo modo que o são o homem e os animais).Mas Adão pecou, resultando no julgamento de Deus em toda a criação. Na mesma hora Adão e Eva morreram espiritualmente, e depois da Maldição, eles começaram a morrer fisicamente.
Eva e a serpente foram modificadas fisicamente e o próprio solo foi amaldiçoado (Gen. 3:14–19). Sabemos que “toda a criação geme e está juntamente com dores de parto” esperando pela redenção final dos Cristãos (Rom. 8:19–25), altura em que seremos testemunhas da restauração de todas as coisas (Actos 3:21, Col. 1:20) para um estado semelhante ao mundo antes da Queda, onde não haverá mais comportamento carnívoro (Isaías 11:6–9) nem doenças, sofrimento ou morte (Rev. 21:3–5) uma vez que já não haverá mais Maldição (Rev. 22:3).
Aceitar a ideia dos milhões de anos, juntamente com a ideia da morte e sofrimento animal antes da criação e Queda, contradiz e destrói o ensinamento Bíblico em torno da morte e Trabalho Redentor do Senhor Jesus Cristo. Torna Deus Num Criador Cruel que, sem causa moral alguma, usa (ou não consegue prevenir) a doença, desastres naturais e a extinção que desfiguram o Seu trabalho criativo e mesmo assim chama à criação de “muito boa”.
7. A ideia dos milhões de anos não veio dos factos da ciência.A mesma foi desenvolvida por uma minoria de cientistas deístas e ateus do final do século 18, princípio do século 19. Estes homens usaram bases filosóficas e ideológicas para interpretar as camadas geológicas duma forma que claramente estivesse em oposição com a Bíblia, especialmente em oposição com a criação e com o Dilúvio de Noé.Muitos líderes religiosos (maioritariamente protestantes) rapidamente adulteraram os ensinamentos Bíblicos e acomodaram os milhões de anos com a Bíblia usando a teoria da falha, a noção da “dia-era”, o dilúvio localizado, etc., como forma de harmonizar os milhões de anos com o Cristianismo.
8. A datação radiométrica não prova os milhões de anos. A datação radiométrica só foi desenvolvida no início do século 20, altura em que uma grande parte da população mundial havia já aceite a mitologia dos “milhões de anos”. Portanto não se pode usar como evidência um ramo da ciência que só se desenvolveu depois de já se ter aceite os “milhões de anos”.Há já muitos anos que os cientistas criacionistas citam muitos exemplos em artigos publicados em revistas científicas onde se observam instâncias destes métodos de datação a atribuírem idades na ordem dos milhões de anos a rochas formadas nas últimas centenas de anos ou mesmo há apenas algumas décadas atrás.
Em anos recentes criacionistas do projecto RATE levaram a cabo pesquisas experimentais, teoréticas e prácticas para desmascarar mais evidências deste tipo (ex: diamantes que os evolucionistas afirmarem terem “milhões de anos” foram datados com carbono14 e verificado que possuíam apenas alguns milhares de anos). Os cientistas mostraram também que as taxas de decaimento eram maiores no passado, o que encolhe as datas dos milhões de anos para milhares de anos, confirmando a Bíblia.
Conclusão:
Estas são algumas das razões que mostram como os milhões de anos são falsos e que contradizem o Génesis nos revela àcerca da Verdade em torno das nossas origens. A Palavra de Deus tem que ser a Autoridade Final em assuntos a que ela alude: não só morais e espirituais mas também ensinamentos que tocam em eventos históricos, arqueológicos e geológicos.
O que está em causa é a autoridade das Escrituras, o Carácter de Deus, a doutrina da morte e as bases do Evangelho. Se os primeiros capítulos de Génesis não são eventos históricos, então a crença no resto da Bíblia está fragilizada, incluindo os ensinamentos em torno da salvação e da moralidade.
Examinemos cuidadosamente toda a gama de evidências que Deus nos disponibilizou (como se pode vêr no final do artigo original). A saúde da Igreja e a eficiência da sua missão para anunciar a Boa Nova estão em jogo.

sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

MULHERES E A ORDEM.

AS MULHERES E O SACRAMENTO DA ORDEM



Há algum argumento sério e bem fundamentado que proíba à mulher receber o sacramento da Ordem?



Note-se primeiramente: não há notícia de que Cristo tenha confiado algum poder sacerdotal a qualquer das santas mulheres do Evangelho, nem mesmo à Sua Mãe Santíssima. São Paulo, por seu lado, diz explicitamente:



"Calem-se as mulheres nas assembléias, pois não lhes é lícito tomar a palavra; conservem-se submissas, como a Lei mesma manda. Se quiserem se instruir sobre algum ponto, interroguem seus maridos em casa, pois não convém que a mulher fale em alguma assembléia" (1 Cor 14,34s; o mencionado texto da Lei é Gên 3,16).



'"Durante a instrução, guarde a mulher o silêncio com toda submissão. Não permito à mulher ensinar nem dar normas aos homens. Conserve-se tranqüila" (1 Tim 2,lis).



Tais proibições excluem naturalmente a participação no ministério sacerdotal.



Os sínodos de Laodicéia (389), Nimes (384), Aquisgrano (789), Paris (829) repetiram sucessivamente não ser lícito conferir as ordens sacras às mulheres. A mesma proibição se encontra ainda hoje no Código de Direito Canônico, cân. 968,1.



A razão de ser de tal determinação é a subordinação natural do sexo feminino ao masculino; a mulher foi criada por Deus para ser auxiliar, colaboradora e complemento do varão, não para tomar a dianteira sobre este (excetuam-se os casos em que a própria Providência Divina, direta ou indiretamente, solicitou e solicita a intervenção forte de mulheres, tais como Catarina de Sena e Joana d'Arc),. Não somente. a Escritura inculca essa ordem de coisas, mas também a Filosofia clássica, cujo testemunho nos é referido por S. Tomaz:



"A mulher não deve possuir alguma jurisdição espiritual, pois, segundo o Filósofo (Aristóteles, Ética VIII7), há corrupção da urbanidade (quebra da reta ordem) quando a mulher chega ao domínio. Por isto é que a mulher não traz as chaves nem da ordem (sacerdotal) nem da jurisdição" (In Sent 4, d. 19. a. 1, a. 1. sol. 3 ad 4).







Dom Estêvão Bettencourt (OSB)

Mito da evolução questionado.

O mito da evolução: contradições insolúveis da hipótese evolucionista

Abaixo segue um ensaio católico criticando a Teoria da Evolução. Os leitores cristãos e não-evolucionistas podem ler tudo sem dificuldades, mas os evolucionistas e aqueles que têm pouco tempo, se quiserem, já podem dirigir-se a parte do texto intitulada ENSAIO, onde são apresentados e explicados os argumentos contrários ao Evolucionismo.

O mito da evolução: contradições insolúveis da hipótese evolucionista
Sobre os textos originais de A. Ernst Wilder Smith e Herman Pavesi
Por José Luiz Ortiz del Valle Valdivieso
2006

PRÓLOGO

A hipótese evolucionista se afunda, existe água por todas as partes, mas o tema é recorrente em publicações frívolas, quando estas querem entreverar algo “científico”. Certos pacotes de televisão e de literatura pseudocientífica dão por assentado o Evolucionismo. Ainda se conseguem, no nosso subdesenvolvimento cultural, professores de ensino médio e universitário que ainda bem cedo comungam os seus indefesos alunos com o “dogma” da Evolução. Por isso, é necessário fazer o grande público conhecer qual é, ante a ciência dos nossos dias, o valor real da hipótese evolucionista, essa espécie de ciência-ficção sobre o passado pré-histórico. Agora, mais do que em anos passados, qualificados homens de ciência de várias disciplinas se acham convencidos de que a hipótese da evolução das espécies, ou macro-evolução, não só não foi demonstrada, mas sim que contradiz os conhecimentos científicos mais avançados.
Sendo uma simples hipótese e, ao mesmo tempo, um mar de contradições insolúveis, o evolucionismo subsiste em níveis de ensino médio e superior e se impõe como um dogma por obra da desinformação e da contrainformação, especialmente marxista, cuja falta de honestidade intelectual é bem conhecida. Os argumentos contrários são quase em sua totalidade desconhecido; uns poucos escritores católicos e alguns protestantes têm tentado romper essa “cortina de silêncio” para fazer conhecer o que autênticos homens de ciência têm encontrado como refutação do mito evolucionista.
Desde já o trabalho não é fácil, porque, como observa Hugues Keraly (escritor francês contemporâneo), “o mito da evolução das espécies segue um destino paralelo ao da ideologia comunista: tanto em um como em outro caso, jamais a história das ideias tinha gerado doutrinas tão sacrílegas, tão desumanas, tão hediondas, mas que progrediram no mundo com tanta facilidade”. Stultorum infinitus est numerus (O número dos tolos é infinito).
Entre os mais ativos desmistificadores do Evolucionismo deve ser mencionado A. Ernest Wilder Smith. Sua qualificação como homem de ciência e, por conseguinte, de cultura, está acima de toda discussão. Como professor universitário tem proferido palestras em universidades europeias, asiáticas e americanas. Por essa alta qualificação, também lhe tem sido encomendadas importantes missões fora do ambiente acadêmico: por dez anos dirigiu o departamento de investigação de uma importante indústria química suíça e foi conselheiro para assuntos químicos da OTAN na Europa. Wilder Smith enfrentou em numerosos livros e publicações os fenômenos da aparição da vida sobre a terra. Em sua obra Die naturwissechaften kennen keine Evolution (As ciências naturais não conhecem a Evolução), Wilder Smith estabelece quatro conquistas da ciência que refutam a Evolução:
a) A informação genética celular. A informação para a vida está contida em ácidos nucléicos, cuja formação é impossível por pura casualidade;
b) A impossibilidade de que se formem, ao acaso, proteínas utilizadas por estruturas vivas;
c) A amamentação dos mamíferos aquáticos, caso no qual o modelo de uma lenta evolução é completamente inadequado;
d) Os organismos termófilos, que vivem entre 60 e 100 graus centígrados, que encontram as melhores condições de vida a temperaturas que para outros organismos são letais;
e) Pela “datação” (fixação de datas) que demonstram uma considerável estabilidade das espécies.

PRELIMINAR

É certo que o tema do Evolucionismo pode ser pesado ou ainda aborrecido para muitos. Sobretudo, se o escritor enfrenta o tema com seriedade científica. Por isso, e porque quem escreve este pequeno ensaio não é cientista, não se propõe desenvolver uma larga exposição sobre cada um dos argumentos contrários à hipótese evolucionista, e estes ficarão declarados como inquietação para quem deseje aprofundar.
Alguém disse, com grande perspicácia, que pouca ciência afasta de Deus e que muita ciência aproxima de Deus. Caberia acrescentar que a ignorância humilde também aproxima de Deus.
Acontece que um autêntico sábio, quanto mais se aproxima da realidade, mais encontra quem é a Verdade: Deus. O perigoso e insensato é envaidecer-se com poucos conhecimentos científicos e acreditar que estes permitem colocar-se acima de todo acatamento Àquele que ultrapassa nossa pequenez humana.
Durante muitos anos, em academias científicas, em universidades e colégios se têm sustentado e ensinado, como se fosse uma verdade incontestável, a evolução das espécies, com o desígnio de descartar toda possibilidade de criação divina, isto é, de desconhecer a Deus. E a publicidade pseudocientífica, neste mundo atual que pouco gosta dos dogmas, tem ironicamente cantado e orquestrado o dogma evolucionista que se vêm impondo tiranicamente como se tratasse de algo perfeitamente estabelecido pela ciência.
Mas cientistas autênticos, nos últimos anos, não atados a uma intelligentzia que vive da mitologia evolucionista, mostram e confirmam as contradições insolúveis da “Teoria da Evolução” que, mais que teoria, é uma mera hipótese que por momentos se bate em retirada.
O evolucionismo é refutado, entre outras, pelas atuais teorias da informação genética celular, pela impossibilidade de que se formem ao acaso proteínas utilizáveis por estruturas vivas e ainda menos no oceano, onde os evolucionistas colocam arbitrariamente a origem da vida, pela amamentação dos mamíferos aquáticos, pelos organismos termófilos e pela fixação de datas (datação) que demonstram uma considerável estabilidade das espécies.
A “Teoria da Evolução” só subsiste hoje por meio de uma propaganda interessada em defender o materialismo e o panteísmo, mas nos meios verdadeiramente científicos se afirma: “as ciências naturais não conhecem a evolução”.
Em relação com a origem da vida e suas questões anexas, duas bandeiras dividem o campo: o reconhecimento de Deus transcendente e criador, por um lado, e a revolução imanentista, pelo outro. Em favor da revolução imanentista, desempenha papel de apoio uma ilusão que tem vários nomes e diversas abordagens: evolucionismo, transformismo evolucionismo pseudocristão à Teilhard de Chardin, evolucionismo idealista, materialismo dialético, etc., etc.
Há um mito evolucionista. Qualquer que seja a forma que adote esta falsa doutrina (que trata de explicar nossa origem de maneira revolucionária e mediante pretendidos dogmas “científicos”, com o preconcebido propósito de tratar de derrubar a construção filosófico-teológica tradicional) tem desfrutado de um favor sem precedentes nos meios de comunicação social.
O que à luz da verdadeira ciência não é mais do que ficção, o que não pode considerar-se sequer como uma hipótese fundamentada, aquilo que muito menos pode sustentar-se como teoria científica séria, tem sido apresentado, sem dúvida, por uma propaganda poderosa, como se fosse doutrina científica comprovada. Qualquer pessoa que pretenda conseguir tom de cientista (como muitos que se conhecem), faz um gesto de suficiência intelectual e pronuncia a palavra EVOLUÇÃO, mas muito poucas pessoas se dão ao trabalho de investigar seriamente se a pretendida evolução das espécies tem realmente bases científicas ou se é apenas um mito, uma ilusão supostamente científica.
Quase todas as novidades científicas no campo teórico costumam ser recebidas com indiferença ou em meio de críticas ou incompreensões. Mas uma curiosa exceção tem sido a corrente evolucionista. Esta contou, desde o princípio, com fanáticos favorecedores que rapidamente se apoderaram de academias, cátedras e meios de comunicação de massa, até o ponto de que conseguiram estabelecer uma cortina de silêncio para impedir o conhecimento das conclusões a que a verdadeira ciência tem chegado e que desmascaram o engano evolucionista.
A Evolução, não resta dúvida, é uma questão científica-filosófia-teológica. A ideia de evolução foi proposta pelo grego Heráclito (540-480 a.C.) e veio a ressurgir com Spencer, filósofo que teve grande influência no pensamento do século XIX. A fusão da filosofia evolucionista com o darwinismo foi o que deu origem a posterior doutrina da Evolução. Dizemos “posterior”, porque também há “evolucionistas cristãos” (?!), como o jesuíta Teillhard de Chardin, mas se veem em grandes apertos para conciliar sua “fé evolucionista” com a fé cristã e propõem fantasmagorias que tratam de provar com uma terminologia pseudocientífica alucinante.
Segundo demonstrou o filósofo francês Etienne Gilson, Darwin foi indiferente a noção de “evolução” assim como Spencer foi indiferente à ideia de “seleção natural” de Darwin. Spencer melhor será lamarckiano. A razão para que se tenham unido as ideias de “evolução” e “seleção natural” é religiosa antes de tudo. Vejamos. Tratava-se de fazer (no século XIX) uma coalizão contra a teologia comum, que ligava as ideias de criação e fixismo.
Em sentido estrito, o transformismo biológico é a doutrina que trata de explicar a existência das espécies atuais pela mutação progressiva das espécies mais simples, ao largo das eras geológicas: da ameba até o homem, passando por todas as variedades observáveis ou supostas (?) de peixes, répteis, mamíferos, primatas... Esta doutrina é tão comumente, tão cegamente admitida, que não se tem escrúpulos em imprimi-la em nossos dias em quase todos os manuais escolares, sem acompanhá-la das devidas reservas. Atendo-se à definição clássica de transformação, esta é “a mudança de forma, pela qual um ser, deixada a forma que tinha, adquire outra. Se toma o termo transformação como evolução de uma forma a outra, ainda que propriamente a evolução conota algo interno e certa gradação da transformação” (F.M. Palmes, S.J. “Philosophia naturalis, Cosmologia et Psichologia”, “Philosophiae Scolasticae Summa II”, B.A.C., 1955).
Alguns pretendem ir mais longe no uso do argumento transformista e fazem da evolução biológica a segunda fase de uma explicação mais geral sobre a formação do universo terrestre, com a evolução molecular: a matéria inicial, inorgânica, por si mesma teria se organizado lentamente, se teria “complexificado”, para um dia dar nascimento (sempre em virtude de seu dinamismo e de suas leis próprias) aos primeiros seres vivos. Aí está a grande “clareza” evolucionista-transformista!
Ambas doutrinas, o evolucionismo e o transformismo, como se evidencia, não podem sustentar-se senão com argumentos supostamente científicos.
A primeira tentativa de justificação científica da evolução se remonta a Lamarck, que publicou, em 1809, um livro com um título muito curioso: A filosofia zoológica. Lamarck parte de uma observação, por certo muito trivial, de que o gênero de vida imposto pela natureza a uma dada espécie é, muitas vezes, capaz de modificar algumas de suas conformações físicas no sentido de uma melhor adaptação ao meio ambiente: assim, o macaco e o homem das selvas se adaptam a andar a pé descalço por um endurecimento das plantas dos pés. Bem, como deduzir daí toda uma “Teoria da Evolução”, isto é, da adaptação sucessiva e progressiva de espécies novas, de órgãos novos, sem cair no imaginário, pura e simplesmente?
O “meio ambiente”, a não ser que se faça deste uma espécie de “Gênio lúcido e onipotente” (o que não seria muito científico), não cria na realidade mais organismos do que destrói. O “meio ambiente” favorece indiretamente o desenvolvimento de certas espécies existentes em detrimento de algumas outras menos preparadas e isto é tudo quanto se pode concluir honestamente sobre o assunto. Existe outra dificuldade, que não é das menores. O lamarckismo e suas variações supõem que são hereditários todos os caracteres adquiridos. Imaginam que, em um instante, a influência do meio ambiente foi capaz de criar novos órgãos em alguns indivíduos. Agora bem, “resulta que, depois de 100 anos de experimentação, se comprovou que os caracteres adquiridos pelo indivíduo sob a influência do meio ambiente não se transmitem à descendência” (GEORGES SALET, Hassard et certitude). Esta experiência concorda com os descobrimentos acerca do ADN (ácido desoxirribonucleico: é um dos quais depende a transmissão da informação genética): a imutabilidade dos caracteres genéticos essenciais de cada espécie. O que explica essa particularidade, trivial somente na aparência, de que os coelhos geram sempre coelhos e os camundongos sempre camundongos, particularidade que determina também no ser humano a impossibilidade de receber transfusão sanguínea de outro animal.

ENSAIO

Formulação do problema

Durante muitos anos se sustentou e ensinou, como se fosse uma verdade incontestável, a evolução das espécies, com o objetivo de rechaçar a intervenção transcendente e criadora de Deus.

Posição frente ao problema

Nos últimos anos, autênticos cientistas não amarrados à mitologia evolucionista, mostram e confiram as profundas contradições da hipótese evolucionista que agora se bate em retirada. Nesse sentido, é de destacar a obra já mencionada, aparecida em 1978 e publicada em alemão por Ernst Wilder Smith com o título As ciências naturais não conhecem a evolução, obra na qual se apresentam fortes argumentos experimentais e teóricos contra a hipótese da evolução.

Apresentação das provas

O Evolucionismo é hoje refutado pelas atuais conquistas da ciência, entre outras as seguintes:
a) A informação genética celular;
b) A impossibilidade de que se formem, ao acaso, proteínas utilizadas por estruturas vivas e ainda menos no oceano, onde os evolucionistas colocaram arbitrariamente a origem da vida;
c) Pela amamentação dos mamíferos aquáticos;
d) Pelos organismos termófilos
e) Pela “datação” (fixação de datas) que demonstram uma considerável estabilidade das espécies.

Explicação das provas

A informação genética celular

“A vida está constituída por um sistema binário no qual a informação se acha contida nos ácidos nucléicos que a transmitem às proteínas; estas, por sua vez, explicam todas as funções dentro do organismo, compreendida a de reconstruir, no momento da reprodução, os ácidos nucléicos respeitando sua estrutura” (Giorgio Morpurgo).
A informação para a vida está contida em ácidos nucléicos que, segundo a hipótese evolucionista, se teriam formado por pura casualidade. Wilder Smith critica esta hipótese, baseando-se nas modernas teorias da informação. Suas argumentações são muitas vezes complicadas e pressupõem conhecimentos específicos. Alguns exemplos, contudo, são significativos e fáceis de compreender.
Golpeando ao acaso sobre o teclado de uma máquina de escrever é possível que, em um certo momento, apareça escrita uma palavra que tenha sentido, por exemplo, “pani” (“pão” em italiano). Neste ponto, se poderia ter a aparência de que o acaso criou informação. Mas, se o experimento fosse presenciado por pessoas que não conhecem italiano, estes permaneceriam perplexos, porque para eles a palavra “pani” não significa absolutamente nada. Mas, se ali estivesse um polonês, este poderia ficar estupefato ante o experimento, já que “pani” em polonês significa “senhora”. Este exemplo mostra claramente como a transmissão de uma informação necessita de um código e de uma convenção preexistentes. A sucessão dos ácidos nucléicos provê o substrato da informação, tal como a sucessão das letras provê o substrato da palavra, mas o significado da palavra depende de um código e, conforme seja o código, uma sequência pode ter nenhum ou diferentes significados.
Além disso, é necessária a existência de um sistema capaz de ler, interpretar e, eventualmente, pôr em prática as informações codificadas na sequência dos ácidos nucléicos, isto é, “uma relação entre os ácidos nucléicos e a formação de proteínas específicas, pelo que, neste ponto, não é fácil encontrar uma solução ao problema”, como se vê obrigado a admitir o conhecido evolucionista Giorgio Morpurgo.
Um postulado da evolução está constituído pela mutação, de tal maneira que, por erros de transcrição do patrimônio genético das células, se teria, em alguns casos, a formação de seres viventes melhor adaptados ao ambiente que os originários. Também esta concepção, de acordo com a qual de um erro na transmissão de uma informação genética surge um aumento de informação, contradiz, segundo Wilder Smith, as atuais teorias da informação genética. É como admitir que fazendo copiar um indefinido número de vezes o esquema de um rádio, chegue a ser cometida uma série de erros (mutações). Os rádios construídos com base nestes esquemas “alterados” seriam, em alguns casos, inteiramente melhores que os construídos segundo o esquema original e teriam maior êxito no mercado (seleção). Por uma série de erros de cópia (mutação) e pela situação do mercado (seleção) se desenvolveriam rádios cada vez mais complexos e obviamente, depois de um congruente número de erros, faria uma televisão completa! Esta é a extraordinária “lógica” evolucionista!

A impossibilidade de que se formem ao acaso proteínas utilizáveis por estruturas vivas

As proteínas são espessas moléculas formadas por largas cadeias de aminoácidos. Estas cadeias não são casuais, mas a sequência de aminoácidos, a extensão e a forma são de tudo específicas e conferem individualidade a cada ser ou espécie vivente. Segundo a posição evolucionista, sobre a terra de teriam formado por casualidade aminoácidos que se teriam acumulado, em solução no oceano, e da síntese casual de mais aminoácidos se teriam formado as primeiras proteínas.
Na natureza, dentro de condições particulares, se podem formar espontaneamente aminoácidos e se pode admitir que se formaram sobre a terra antes da aparição de seres vivos.
Mas aqui surge uma dificuldade: os aminoácidos têm estrutura tridimensional e tem como centro um átomo de carbono. Em todo aminoácido existem duas formas simétricas que, com base em características particulares, chegam a definir-se como dextrógiros ou levógiros. Estas formas simétricas têm, em parte, as mesmas características, mas, em certas reações ou estruturas, é utilizável somente a forma levógira ou a forma dextrógira. Os aminoácidos que se formam espontaneamente são em cinquenta por cento dextrógiros e em cinquenta por cento levógiros, enquanto as cadeias protéicas dos seres vivos utilizam exclusivamente formas levógiras. Este fato constitui uma dificuldade intransponível para a hipótese evolucionista: as proteínas se constituem com dezenas ou centenas de aminoácidos e basta a inserção de um só aminoácido dextrógiro para fazer a cadeia protéica inutilizável para a vida. Como se pode pretender que, em uma solução que contem igual quantidade de formas dextrógiras e levógiras se formem por síntese casual cadeias de apenas ácidos levógiros? Os evolucionistas têm buscado em vão dar uma resposta satisfatória a esta pergunta.
No que diz respeito à síntese das cadeias protéicas, aí existe outra dificuldade. As reações químicas não se apresentam ou desenvolvem por casualidade, mas estão sujeitas a uma série de leis: uma destas é a lei da ação da massa. Se da reação A + B se origina as substâncias C e D, a reação pode dar-se também em sentido inverso, isto é, que de C + D se podem formar A e D. A direção da reação, ou seu equilíbrio, depende de uma série de fatores. No caso da síntese dos aminoácidos, se tem a produção de uma molécula de água. Se do sistema onde ocorre a reação se retira a água, a reação de síntese se torna mais fácil; se em vez, no sistema há presença de grande quantidade de água, os aminoácidos tendem a permanecer em solução. E onde há mais água que no oceano? Os evolucionistas dizem que a síntese das grandes moléculas protéicas ocorreu precisamente no oceano, não obstante a lei da ação da massa.
Neste ponto, Wilder Smith afirma que “quase o último lugar sobre este planeta onde as proteínas da vida poderiam se formar espontaneamente de aminoácidos é precisamente o oceano. Sem dúvida, quase todos os manuais de biologia ensinam este erro para justificar a hipótese evolucionista e a biogênese espontânea. Precisa-se conhecer muito mau a química orgânica, ou ignorá-la de propósito, para não tomar em consideração os fatos mencionados”.

Pela amamentação dos mamíferos aquáticos

Mutações e seleção estariam na base da evolução. Na natureza, porém, logo se encontram obstáculos insuperáveis. Wilder Smith dá como exemplo a amamentação dos mamíferos aquáticos: a amamentação na água comporta uma situação completamente diferente da terra. Na água é preciso sugar ou receber leite sem tomar água. Encontramo-nos, neste caso, frente a uma situação clara: os órgãos, ou estão desde o começo perfeitamente adaptados ao fim e, então, a amamentação pode ocorrer ainda em água, ou não o estão, o que significa a morte do indivíduo. Neste caso, como em muitos outros, o modelo de uma lenta evolução, de uma lenta transformação, é completamente inadequado.
E a propósito dos mamíferos aquáticos, cabe acrescentar que, sendo os seres vivos mais antigos do planeta, sua “evolução” foi nula, pois “alcançaram” (só alguns) o insignificante desenvolvimento dos atuais primatas. Diante deste exemplo resulta assombroso observar que ao ser humano se lhe assinala uma antiguidade na terra muito inferior àquela destes mamíferos aquáticos.

Pelos organismos termófilos

Outro exemplo está constituído pelos organismos termófilos, isto é, aqueles organismos que vivem entre 60 e 100 graus centígrados. Os organismos termófilos encontram as melhores condições de vida, de desenvolvimento e de reprodução a temperaturas que para outros organismos são letais, ou seja, a temperaturas que desnaturalizam as proteínas de outros organismos. A termofilia não depende só de um gene, mas de vários genes, pois são numerosas as estruturas protéicas que devem estar adaptadas a temperaturas superiores às dos chamados mesófilos, com respeito aos quais não é possível admitir a aparição de tais caracteres com a mutação de um só gene.
Além disso, tampouco é possível uma lenta evolução de organismos cada vez mais resistentes ao calor, porquanto estes organismos podem desenvolver-se somente a temperaturas elevadas. Também no caso dos organismos termófilos nos encontramos diante de organismos perfeitamente adaptados a condições de vida muito particulares, para os quais é impossível admitir a existência de formas intermediárias. Mesmo no campo evolucionista se reconhece tal dificuldade, como o faz Morpurgo: “na evolução, portanto, aumentar a temperatura em que pode viver um organismo quer dizer aumentar a resistência ao calor de todas as proteínas ao mesmo tempo, porque aumentar a estabilidade na temperatura de uma só espécie molecular é perfeitamente inútil. Numerosas mutações ao mesmo tempo são praticamente impossíveis”.
Esta ordem de dificuldade ficou bem sintetizada por Morpurgo: “como foi o processo de seleção natural para levar a formação de uma função que, em seu estado final, é útil ou indispensável, mas em seus estados intermediários é inútil ou prejudicial?”.

Pela datação

Ainda considerada a evolução por mutação e seleção, desde o ponto de vista estatístico é totalmente inverossímil que os teóricos da evolução se tenham visto obrigados a dilatar, quase ao infinito, a dimensão do tempo, dando entrada a períodos sempre mais longos para o desenvolvimento da vida sobre a terra: como se com este registro se pudesse fazer possível o impossível!
Por muito tempo os evolucionistas se serviram para a datação de rochas e de fósseis de um método absolutamente inaceitável. Atribuída de uma maneira totalmente arbitrária determinada idade a certo fóssil, isto lhes permitia datar ou estabelecer as rochas que o continham; por sua vez, a idade das rochas, estabelecida pelo mencionado método, servia para estabelecer a idade de outros fósseis. O mesmo Montalenti admite a escassa cientificidade deste método: “a determinação da idade das rochas é motivo de um largo debate dentro de um círculo vicioso”.
Particularmente apropriados para este método pareciam ser os fósseis de animais extintos ou tidos como tais. Este foi o caso da “latimeria”, uma espécie de peixe considerada como extinta há cerca de 300 milhões de anos. Mas, recentemente foram pescados, ao largo das costas de Madagascar, exemplares vivos de “latimeria”. Portanto, todos os dados obtidos sobre a base fóssil de latimeria carecem de valor.
Porém, existem outros exemplos que não só colocam em dúvida a validez deste método, mas que fazem vacilar, além disso, toda a “Teoria da Evolução”. Segundo as árvores genealógicas construídas pelos evolucionistas, os dinossauros teriam se extinguido pelo menos a 70 milhões de anos, enquanto os primeiros homens teriam aparecido, muito cedo, faz um par de milhões de anos. Depois da extinção dos dinossauros e a aparição do homem teria, portanto, um intervalo de cerca de 68 a 70 milhões de anos, pelo que deveria ter sido impossível que um homem e um dinossauro se tivessem encontrado, segundo os evolucionistas. Faz alguns anos, se fez uma interessante descoberta no leito de um rio do Texas (EUA), no Paluxi: em uma formação de gesso se encontram impressões extremamente nítidas de brontossauro e de homem. A única explicação possível é que o brontossauro e o ser humano que deixaram aquelas impressões foram contemporâneos. Com efeito, se o gesso tivesse solidificado depois de ter recebido as impressões do brontossauro e se tivesse novamente voltado a amolecer depois de 68 ou 70 milhões de anos, as impressões de brontossauro se teriam perdido. O do rio Paluxy é, sem dúvida, um dos mais significativos, mas não é o único exemplo de tal gênero.
Não são raros os encontros de traços humanos em estratos geológicos que deveriam situar-se em períodos muito anteriores à aparição do homem sobre a terra, segundo os evolucionistas. A “ciência” oficial, porém, ignora tais descobertas.
Para vencer os limites da marcação de datas com fósseis se utiliza a técnica dos isótopos radioativos e, sobretudo, do “carbono 14”, isótopo radioativo do carbono. No ar está presente uma certa quantidade de “carbono 14” que entra no organismo pela respiração e se utiliza para construir os tecidos. Depois da morte, com o cessar da respiração, cessa também a admissão de novo “carbono 14”, enquanto que aquele que se acha presente nos tecidos se transforma em carbono não-radioativo a uma velocidade conhecida. Conhecendo a concentração de “carbono 14” nos tecidos no momento da morte de um organismo e podendo medir quanto ainda existe presente, é possível calcular com certa aproximação a idade do fóssil, ainda que não se trate de um método muito confiável pelo que veremos adiante.
Wilder Smith põe em dúvida a validez dos resultados obtidos com esta técnica, que pressupõe a continuidade do “carbono 14” no ar e, portanto, nos tecidos. Segundo Wilder Smith isto é falso. O “carbono 14” se forma do bombardeio de átomos de nitrogênio por raios cósmicos. A intensidade do bombardeio e, portanto, da concentração de “Carbono 14” depende do campo magnético terrestre: quanto maior é o campo magnético, menor é a quantidade de raios cósmicos que conseguem penetrar a atmosfera. Faz apenas pouco mais de um século que ficaram em capacidade de medir o campo magnético terrestre e, neste período, o campo magnético diminuiu consideravelmente. Isso tem notáveis consequências: se no passado o campo magnético terrestre era superior ao atual, então a concentração de “carbono 14” no ar era inferior e, por conseguinte, também a quantidade de isótopo presente nos organismos vivos nos quais a concentração era inferior à admitida hoje no momento da morte. Portanto, a baixa concentração de “carbono 14” nos fósseis não pode considerada somente como dependente de uma idade considerável, porque depende também da menor concentração de “carbono 14” presente nos tecidos no momento da morte. Assim, os dinossauros podem ser espécies muito mais próximas da nossa era do que dizem os evolucionistas.
Estes fatos têm outra repercussão sobre a hipótese evolucionista, se se tem presente o papel que cumprem as radiações cósmicas na aceleração das mutações genéticas. “Nos tempos primitivos, com uma escassa radiação cósmica, teriam ocorrido menos mutações que em tempos de mais intensa radiação. Se, pois, as mutações são a fonte ‘verdadeira’ da evolução darwiniana (como se sustenta quase unanimemente), então este tipo de evolução teria sido menos veloz com um forte campo magnético terrestre. A Evolução deveria ter ocorrido muito mais lentamente nos tempos pré-históricos com uma débil radiação cósmica a respeito de hoje com elevada radiação e frequentes mutações” (A. ERNEST WILDER SMITH).
E nem sequer enormes períodos de tempo conseguem explicar a alguns fenômenos: se a evolução tivesse ocorrido como os evolucionistas imaginam, deveriam encontrar-se alguns fósseis de formas intermediárias e deveria ser possível demonstrar a aparição sucessiva dos animais mais complexos em vários estratos. Os fósseis encontrados demonstram o contrário. “Em curto espaço de tempo aparecem praticamente todos os grandes grupos de animais que vivem hoje, que seja com formas diversas das atuais” (G. MONTALENTI). As grandes transformações que levaram a formação dos grandes grupos de animais hoje existentes teriam sucedido em curto espaço de tempo e não estão documentadas com fósseis, enquanto que os fósseis encontrados demonstram melhor uma considerável estabilidade das espécies ao longo de “dezenas e centenas de milhões de anos”.

CONCLUSÃO

A conclusão que propomos desde o prólogo e no estudo preliminar é necessário que seja complementada com o convite a todos os leitores interessados nestes assuntos a continuar a divulgação e investigação deles com o objetivo de que se rompa, de uma vez por todas, o mito evolucionista implantado por uma tirania pseudocientífica.
A “Teoria Evolucionista”, como ficou demonstrado, não só desconhece todo Princípio transcendente e criador, mas se constitui como uma grande bofetada à inteligência humana, pois rejeita que esta pode chegar ao conhecimento da verdade.
Do evolucionismo se pode dizer o que Proudhon disse do socialismo: “Não é nada, nunca foi nada, jamais será nada...” e, se se impõe a alguns espíritos, é da mesma maneira que alguns pensam que o sol gira ao redor da terra quando contemplam um crepúsculo.

Referência:
VALDIVIESO, José Luiz Ortiz del Valle. Ensayo: el mito de la evolución. 2006. Disponível em: http://radiocristiandad.wordpress.com/2013/03/11/ensayo-el-mito-de-la-evolucion-por-jose-luis-ortiz-del-valle-valdivieso/ Acesso em: 08 out. 2013.
Pode-se confiar em métodos de datação que dão um desvio de cem milhões de anos?
Posted on 20/10/2013 por Mats
Por Brian Thomas, M.S. *
Cientistas europeus descobriram recentemente fósseis de plantas em flor encapsuladas em camadas rochosas supostamente 100,000,000 anos mais velhas do que seria de esperar.(1) Este mais recente achado coloca em causa as pressuposições evolutivas convencionais à medida que os cientistas batalham para justificar o que eles interpretam como sendo uma enorme falha.
Publicando na revista “Frontiers in Plant Science“, Peter Hochuli e Susanne Feist-Burkhardt descreveram fósseis de sementes de pólen recuperados numa escavação feita no norte da Suíça.(1) Eles escrevem:
Neste artigo, focamo-nos nas evidências fósseis, apresentando o – até hoje – pólen mais antigo com a aparência de angiosperma do Triássico Médio (cerca de 234Ma), um registo que predata a idade geralmente aceite da primeira ocorrência de pólen angiospérmico em cerca de 100Ma [milhões de anos].(1)
As fotografias a cores dos pesquisadores revelam traços de sementes de pólen características das plantas que florescem – e não palmeiras e cicadáceas com a aparência de gimnospermas. Segundo o relatório da Frontiers, “As sementes de pólen descritas exibem todas os traços essenciais do pólen angiospérmico”.(2)
Em vez dum pequeno conjunto de pólen com a aparência primitiva que os cientistas evolucionistas esperavam encontrar nas camadas rochosas, os pesquisadores descobriram uma enorme quantidade de pólen totalmente formado, e de tipos distintos mas bem desenvolvidos. Os autores do estudo escreveram que o “aparecimento súbito” dos fósseis angiospérmicos “na maioria dos continentes, bem como a rápida radiação de numerosas clades que implicam uma diversificação considerável no espaço de 3.5Ma ou então isso representa uma vaga de imigração proveniente de outras áreas.“(1)
Por outras palavras, os evolucionistas têm dificuldade em explicar como é que uma tal variedade de plantas ocorreu subitamente nesta camada do Triássico.
Eles depararam-se com um desafio análogo quanto tentaram decifrar o porquê, depois deste suposto eclodir repentino de criatividade evolutiva, os angiospérmicos terem desaparecido durante 100 milhões de anos. Os autores do estudo escreveram:
Se aceitarmos o pólen monosulcate [ex: angiospermas] do Meio e do Final do Triássico como evidência duma origem pré-cretáceo do grupo-chave dos angiospermas [ancestrais], a falta de registos fósseis durante todo o Jurássico continuaria a ser difícil de explicar. (1)
Para justificar esta dificuldade, eles invocaram os especulativos “parentes tronco“, escrevendo:
Considerando a falha de um milhão de anos no registo fóssil, bem como as diferenças morfológicas em relação ao período Cretáceo inicial, sugerimos que estas sementes de pólen muito provavelmente representam parentes tronco dos angiospermas.(1)
No entanto, será que estas conclusões fundamentam-se nas observações científicas? Uma coisa é afirmar que estes fósseis devem representar os ancestrais evolutivos das plantas modernas porque elas são milhões de anos mais antigas que as idades convencionais, mas é totalmente circular afirmar, logo a seguir, que os fósseis de angiospermas se devem ter formado milhões de anos antes da idade aceite só porque a versão oficial da teoria da evolução defende que as plantas evoluíram através dum processo que durou um longo período de tempo.
O registo Bíblico, que revela todas as grandes épocas da história mundial, não disponibiliza qualquer tipo de evidência em favor duma era de longa duração com o nome actual de Triássico, oferecendo no seu lugar uma explicação superior para a origem destes fósseis.
Primeiramente, a Bíblia não depende de pensamento circular mas sim “testemunhas” que escreveram “palavras que dantes foram ditas pelos santos profetas, e do mandamento do Senhor e Salvador…“. (3,4)
Segundo, as Escrituras asseguram que desde o princípio que os angiospermas existiram lado a lado com as outras plantas (incluindo os gimnospermas) e com os outros animais mal os tipos básicos foram originalmente criados. Isto ajusta-se na perfeição com o “aparecimento súbito” desde fósseis.
Terceiro, a Bíblia descreve em detalhe um Dilúvio global capaz de preservar traços da vida em formas fósseis. Olhando para as coisas desta forma, a flora e a fauna do assim-chamado Triássico não representam tempos distintos mas sim ecossistemas distintos enterrados pelas águas do Dilúvio cheias de sedimentos.
Finalmente, a linha temporal Bíblica revela uma criação que tem milhares (e não milhares de milhões) de anos, anulando qualquer necessidade de explicar o porquê dos grãos de pólen enterrados em camadas rochosas profundas serem tão semelhantes às ervas e às flores actuais.
Fonte: http://www.icr.org/article/7729/
Referencias
1. Hochuli, P. A. and S. Feist-Burkhardt. 2013. Angiosperm-like pollen and Afropollis from the Middle Triassic (Anisian) of the Germanic Basin (Northern Switzerland).
Frontiers in Plant Science. 4 (344): 1-14.
2. See Hochuli and Feist-Burkhardt, Frontiers in Plant Science 4 (344): 1-14. The team compared gymnosperm pollen grains found at the same site to show “a distinct
contrast to the exine structure of the columellate, angiosperm-like grains.”
3. 2 Peter 1:16.
4. 2 Peter 3:2.

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